É o Yoga uma religião?

Um grupo de yogis reflete - 05 de Agosto de 2006 - 7 Comentários

Esta pergunta tem sido feita e ouvida por muitos de nós no mundo do Yoga, pois ela parece necessária para podermos nos posicionar com objetividade perante as práticas. Convidamos alguns praticantes, mais ou menos experientes, para exporem sua visão sobre o assunto, para estimular o debate em torno à esta questão.

 

Surendranath Dasgupta, no livro Yoga as philosophy and religion ("Yoga como filosofia e religião").

 

É errôneo pensar - como muitas pessoas fazem - que o único interesse do Yoga seja seu lado prático. Suas doutrinas filosóficas, psicológicas, cosmológicas, éticas e religiosas, assim como suas doutrinas em relação à matéria e à mudança, são extremamente interessantes e têm, definitivamente, assegurado um lugar na história do progresso do pensamento humano. Dessa forma, para uma compreensão correta dos assuntos essenciais dos mais elevados pensamentos da Índia, assim como para uma compreensão correta do lado prático do Yoga, esses conhecimentos são indispensáveis.

Georg Feuerstein, no livro A Tradição do Yoga.

O Yoga não é uma religião no sentido convencional, mas uma espiritualidade, um esoterismo e um misticismo. Não obstante, quando examinamos com atenção o Hinduísmo, o Budismo, o Jainismo e o Sikhismo, vemos que o Yoga, via de regra, não se vincula apenas às cosmologias, mas também às crenças e práticas religiosas dessas tradições. Esse fato se erigiu em obstáculo para muitos dentre os que praticam o Yoga no Ocidente, que nem dispõem de informações seguras acerca dessas tradições nem, muitas vezes, se sentem à vontade dentro da sua própria tradição religiosa, seja ela o Cristianismo ou o Judaísmo. Em particular, esses praticantes se assustam com o grande número de divindades dos panteões hindu, budista e jainista, e ficam a se perguntar de que modo essas divindades se relacionam com a prática do Yoga propriamente dito e com a doutrina do não-dualismo (adwaita) que caracteriza a maioria das formas de Yoga. Os estudantes de tendência monoteísta podem até sentir-se ameaçados de sucumbir ao politeísmo, que é considerado pecado na tradição judaico-cristã. Uma vez que o livro A tradição do Yoga trata sobretudo do Yoga no Hinduísmo, proponho-me agora a fazer uma breve apresentação dos deuses e deusas dessa tradição, que são mencionados freqüentemente nos textos sobre Yoga, quer nos escritos em sânscrito, quer nos escritos em línguas populares. Os jainas, em sua maioria, conservaram as mesmas divindades, e muitas dentre elas também integram o enorme panteão budista.

Cláudio Roberto Freire de Azevedo, no livro O Yoga e as Tradições Sapienciais.

A palavra Yoga, que deriva da raiz yuj, significa unir ou religar, no sentido de ligar novamente o homem a algo essencial de seu ser, do qual era unido e que agora vive distante: é o matrimônio da matéria com o espírito. Não é à toa que a palavra religião tem o mesmo significado, pois deriva do latim religare, que significa religar. Da mesma forma, o sufismo considera o espírito humano como uma emanação do divino, ao qual se esforça por se reintegrar. Nesse ponto, pode-se afirmar que Yoga é uma forma de religião, mas no sentido de que há uma transmissão de conhecimentos, a criação de um código de uma conduta ética e uma prática espiritual. Entende-se por prática espiritual o ponto comum entre Yoga e qualquer religião: a idéia de que o homem pode desejar algo que lhe é infinitamente superior e que está além de si próprio, mas, paradoxalmente, profundamente imerso dentro de si mesmo. O Yoga, como todas as tradições sapienciais, é uma forma de ver o mundo (na literatura hindu existem seis formas de se ver o mundo ? os seis darshanas (pontos de vista): Samkhya, Yoga, Vedanta, Mimansa, Nyaya e Vaisheshika), é o conhecimento da Religião-sabedoria e a sua prática, uma forma de transformação pessoal que exige prática constante a fim de que se consiga mergulhar em todos os níveis de realidade existentes, vencendo-as e vendo-as como ilusões, em direção ao Vazio Infinito (Brahman), a única Realidade.

Loreni Marcon

Depende como você olhar para o Yoga. Muito embora, seja fundamentado na filosofia  indiana, o Yoga pode fazer parte da sua cultura, pois é um estilo de vida que leva o ser humano ao auto-conhecimento através da experimentação pessoal de suas diversas práticas. E mais, o Yoga é conhecido e praticado por pessoas de outras partes do mundo e com outros credos, sem que as pessoas precisem abdicar deles.

Daniele Tatuí

Me parece que o Yoga deve ser entendido nas suas diferentes práticas, ou seja, da maneira que cada indivíduo se relaciona com ele. Isso fica claro no Ocidente, pois há muitos praticantes apenas das técnicas corporais como forma de ginástica ou terapia. Fica complicado atribuir alguma espiritualidade ou religiosidade a essa prática. Acredito ser na Índia, como pude observar, mais clara a questão da religiosidade ou espiritualidade da prática. Basta ver os pujas, os aratis, enfim, toda a ritualística que envolve a adoração à Consciência Única. Muitos Mestres, como Swami Dayananda Sarasvati, classifica o dharma como religião, ou seja, seguir o dharma, segundo ele, é seguir certos preceitos de fazer e não-fazer sempre com um objetivo único, a libertação. E seguir o dharma é viver uma vida religiosa. O conceito cristão e judaico de religião, que nos é mais comum, não se enquadra no Hinduísmo. Mas isso não quer dizer que não seja uma religião. Tudo depende do ponto de vista. Para os orientais, toda a prática ritualística constante dos Vedas é feita de maneira a contemplar e honrar as chamadas divindades. Claro, para o hindu, deva significa "o brilhante" e não Deus. Mudam os nomes, mudam as pessoas, mudam os lugares, mas a intenção é a mesma.

Miguel Homem

A resposta à pergunta dependeria necessariamente do que se entende por religião e por Yoga. O Yoga  não se encaixa no conceito de religião, tal como é entendido por um católico ou muçulmano. Desde o pontos de vista convencional, o Yoga não é definitivamente uma religião. É que as religiões monoteistas como o Cristianismo ou o Islão divulgam a ideia de um Deus personificado, habitando um lugar definido, diferente e separado do resto da Criação.

Por oposição, na visão do Yoga, Brahman assume o papel de Criador e Criação ao mesmo tempo. Ora, o Yoga, se entendido como a descoberta do ser humano como sendo Brahman, poderia ser visto como visto como religião, entendida a palavra no seu sentido etimológico de religare. União é também uma das traduções da palavra Yoga. Sucede, no entanto, que esse sentido tem de ser entendido no contexto, no sampradaya do Yoga. Sem isso, correr-se-ia o risco de ver o buscador e aquilo que é buscado como algo distinto, tal como o devoto cristão ou muçulmano o é de Deus. Bem pelo contrário, no Yoga aquele que busca já é o que busca. Apenas a ignorância, avidya, o impede de se reconhecer como o Ser completo, que, de facto é.

 

Assim, entendo que sempre que o Yoga é visto sob a lente de uma mente ocidental, ele não pode ser entendido como religião, uma vez que o significado correspondente a esse conceito é, na mente ocidental cristã ou muçulmana, substancialmente diferente. E diferente, porque o significado está enraizado na tradição judaico-cristã ou muçulmana respectivamente.

 

Na Índia antiga, tampouco se gerava confusão entre aqueles conceitos, uma vez que nao existe equivalente para a palavra religião em sânscrito. Esse conceito não existia. O que mais se lhe aproxima é a palavra dharma. No entanto, quem já compreendeu esse conceito e o preencheu com o seu significado original percebe claramente as diferenças.

 

O dharma assenta, entre outras coisas, na observação, respeito e reverência pelas leis naturais do universo. Já na religião católica ou muçulmana existe um conceito central ? o dogma. Dogma é um facto ou acontecimento assumido como verdadeiro por uma religião que, não só não pode ser demonstrado e provado, como, as mais das vezes, é até negado pela razão e conhecimento. Citemos a título de exemplo as 40 virgens que aguardam o lutador da jihad no além ou a concepção da virgem Maria.

 

A hipótese de uma mulher poder conceber espontaneamente, não só não pode ser provada, como é negada pela ciência e razão. Ainda assim, este é um dogama da religião católica que exige a fé do devoto. É que parte da doutrina católica cai se não existir aquele dogma. A não ser assim como fugir do pecado original? O ser humano nasce do pecado contrariamente ao filho de Deus. Sem querer aqui discutir os deméritos e os méritos daquelas religião, que os tem certamente, avivamos a questão para prosseguir com a distinção em relação ao Yoga.

 

No Yoga não existem dogmas. Existem factos verificáveis e factos não verificáveis.

 

Os factos não verificáveis não são essenciais ao ensinamento. São apenas decorativos. De tal forma que, sempre que passados, são apontados como objecto de crença.

 

Alguns factos verificáveis podem, no início da jornada, não o ser para o praticante. Isso exige deste confiança no ensinamento - shraddha. Shraddha, essa confiança, vai se construindo à medida que o praticante vai constatando a validade e aplicabilidade do ensinamento do Yoga que lhe vai sendo passado. Quando mais aprende e mais verifica a validade do que aprende, mais confia no que lhe ensinado, mas que ainda não pode verificar por si. Em todo o caso, o praticante sincero e esforçado, tarde ou cedo vem a verificar por si a validade do ensinamento.

 

Diferentemente, na fé e no dogma, a verificação da validade do ensinamento é deixada para a vida para além da morte. Motivo pelo qual, neste mundo e nesta vida, ninguém o pode constatar. Neste caso exige-se uma confiança cega, naquele uma confiança inteligente.

 

Por fim, lembremos o ateu. Um ateu não reconhece a existência de Deus. Claro que para sabermos o que isso significa, impunha-se saber o que é Deus. Sucede que essa ideia varia de região para região, de filosofia ou de religião para outra. Seja como for, o ensinamento do Yoga não depende da existência de Deus. Assim, a resposta ao ateu seria, novamente, Yoga não é religião.

 

 

Constanza Gárate

 

Yo respondería que no lo es. Una religión plantea el seguir y creer en ciertos preceptos, dogmas y creencias y el yoga no obliga a esto. El yoga es una corriente de pensamiento, arraigada en siglos de tradición y práctica, que entrega respuestas sobre la vida, la existencia, el comportamiento y la formación del Universo, ente otras cosas. Quien practica yoga no está obligado a seguir ni creer en estos preceptos, sin embargo, la practica del yoga (ya sea por un camino físico, de meditación, o trabajo para la comunidad, por ejemplo) provoca y lleva  naturalmente a cuestionamientos, sentimientos y emociones, que encuentran respuestas y explicaciones en la tradición del yoga. Todo este proceso es de carácter individual, respetando el ritmo, las necesidades, el carácter, los conocimientos y sistema de creencias de cada individuo.

La espiritualidad no es lo mismo que la religión. Ser creyente en un poder superior no es lo mismo que creer en un único poder superior dado por una religión.

 

Contribua com este debate colocando abaixo a sua própria opinião!

Respostas:

Ananda

Postado em: 06 de Junho de 2017 às 21h37

Olá professor, tem algum texto seu falando especificamente sobre cada um dos seis sistemas ortodoxos da filosofia hindu? Procurei aqui no site e não encontrei e estou sentindo muita dificuldade em encontrar um conteúdo confiável em outros sites. Se puder me indicar uma leitura, agradeço! Obrigada. Ananda.

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Renato

Postado em: 29 de Junho de 2016 às 13h23

A parte da Yoga de ginástica corporal, controle da respiração e da mente é uma ciência pois são exercícios que nos dão resultados empíricos e reais e podem ser verificados por qualquer pessoa, independente da sua crença. Ignorar o conhecimento científico que há no Yoga é impossível. Quanto à parte mística e religiosa que há nela, eu dispenso, pois opõe-se ao que acredito. Sou espírita e como tal sigo Jesus e a Bíblia. Não cabe a mim louvar deuses ou pessoas. Só louvo a Deus. O Yoga é uma pratica sensacional, fortalece o corpo, acalma a mente e alinha os chakras naturalmente. Só não pratico nenhum louvor ou saudação como o ASHTAANGA YOGA MANTRAM, pois isso vai contra aquilo que Deus quer que eu faça. Mas por isso não desmereço a parte religiosa da Yoga. A época das cruzadas já passou, devemos respeitar a fé alheia para ser respeitado, mas não misturo as coisas. Abraço.

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Devakinath

Postado em: 27 de Fevereiro de 2015 às 09h02

O Yoga como tradiçao na India nasceu dos yogues (rishis) e de panths ou seja grupos, e a origem da hatha yoga esta com os NATHS SIDDHAS, que eles não são seitas mas familias de yogues kulas que praticam asanas, pranayamas , meditação .Yoga portanto não se configura como seita e nem como religião, embora muitos yogues são religiosos tem fé em seu istha devata (shiva, Shakti, Kali etc) Mas se a realização do Yoga é Kaivalyam, Moksha ou Nirvana, isso significa libertação de qualquer vinculo da mente e emoção .

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Renato Carvalho

Postado em: 13 de Setembro de 2006 às 10h51

?São as religiões Yoga??. Tomando como ponto de partida o senso comum para o significado dos termos ?Yoga? e ?religião?, me parece que essa seria a pergunta mais apropriada. Afirmo isso não por pedantismo ou sectarismo, nem por, a priori, considerar o Yoga melhor que o cristianismo, islamismo, judaísmo, candomblé ou qualquer religião. A questão que coloco não está na ?qualidade? e sim na abrangência. Aliás, já me arriscaria a responder minha própria pergunta dizendo que essas religiões são, sim, Yoga. Etimologicamente, as palavras Yoga e Religião são sinônimas. Ambas significam ?re-ligação?, ?re-união?. Re-união entre a nossa alma individual e sua essência original e universal (Deus, ou que outro nome se queira dar). Comumente, consideramos que uma Religião é um repertório de técnicas para alcançar esse objetivo: essa re-união. O Yoga é mais amplo do que essas religiões, no sentido de lançar mão de mais recursos nessa busca. Todas as religiões buscam essa re-união através da adoração a alguma forma divina. O Yoga também prescreve esse caminho - no Bhakti Yoga - mas também oferece muitos outros. O Karma Yoga visa a re-união através da ação desapegada, o Raja Yoga, através do controle da mente, etc. Essa multiplicidade de técnicas deriva da constatação de que, se não estamos todos no mesmo ponto (não temos a mesma cultura, a mesma personalidade, as mesmas características físicas, as mesmas experiências de vida), não podemos usar todos o mesmo caminho para chegar a um destino. Portanto, considero mais preciso afirmar que o cristianismo, o islamismo, o judaísmo, etc, são Yoga, do que o contrário. Aliás, são Bhakti Yoga. E, sem ironias, considero a minha avó que vai a igreja todos os domingos, comunga, ora diversas vezes ao dia em intenção a todos os seus queridos, faz novenas, procissões e reza terços com fé inabalável em Jesus Cristo e na Virgem Maria, uma yogini muitíssimo mais avançada do que eu, que luto diariamente com a preguiça e a dúvida em relação às minhas práticas.

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Valter Nuernberg

Postado em: 18 de Agosto de 2006 às 00h42

Construir o próprio caminho de liberdade na disciplina e prática sem disciplina é libertinagem; o esforço pela disciplina é a verdadeira liberdade.

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Luiz Carlos Souza Gomes

Postado em: 11 de Agosto de 2006 às 17h58

Excelente o comentário do Miguel, demonstrando, como sempre, seu grande conhecimento da matéria. Porém, só acrescentaria que o Yoga é um sistema para um determinado fim. Os diversos tipos de Yoga não nos permitem colocá-los num mesmo conceito. A maioria dos tipos de Yoga, principalmente os de origem tântrica, são não-dualistas. Porém, alguns, como o Raja Yoga, ou Pantajala Yoga, é fundamentado na filosofia Samkhya, e por isso dualista. Purusha e Isvara são aspectos diferentes. Assim, como no Bhakti Yoga, adorando Krishna e assimilando a consciência de Krishna, como se pode conceituá-los da mesma maneira?

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José Vicente

Postado em: 10 de Agosto de 2006 às 14h23

Se analisarmos da forma mais isenta possível as religiões Hindu, Budista e Sikh, veremos que o Yoga constitui-se como uma parte das mesmas. Entretanto, elas próprias não são só o Yoga. Apesar do termo ter o mesmo significado que o latim religare, os contextos nos quais um (Yoga) e outro (Religião) passaram a ser utilizados nos tempos modernos diferem bastante. Eu arriscaria dizer que o Yoga é uma forma de religião prática, uma injunção razoavelmente tangibilizada por meios escritos que tenta manter acesa a "experiência de Deus". Nesse ponto, ela se aproxima de várias outras correntes místicas e meditativas das religiões ocidentais, como o sufismo islâmico e a cabala judaica. Acredito que uma religião surge quando algum ser iluminado "ensina" para seus seguidores a Verdade indescritível por meio da "experiência" de Deus. Entretanto, com a partida desse ser iluminado, tenta-se incorporar ao dia a dia dos descendentes de seus seguidores as lições de sabedoria do mestre, e isso ocorre por meio de escrituras ditas "sagradas". Entretanto, essas escrituras estão permeadas pela realidade cultural e social da época em questão, e portanto passam a ser de difícil compreensão fora do contexto original. A principal distorção gerada pelos seguidores das escrituras é o ortodoxismo, o sectarismo e o fanatismo religioso, coisas que nada têm a ver com a experiência de Deus e com o misticismo. Portanto, qualquer religião pode variar em características e práticas dentro de um amplo espectro, desde a "extrema direita", que prega a interpretação e prática literal das escrituras, até a "extrema esquerda", que prega a interpretação mística das escrituras acompanhada da prática meditativa/contemplativa. Acredito que o Yoga seja um componente de todas as religiões, que no oriente recebeu esse nome, mas está presente inclusive nas religiões ocidentais com outros nomes, estando bem próximo da extremidade "esquerda" do espectro religioso do qual falei. Sendo asim, o Yoga, ao contrário do que é enfatizado pelas práticas da "extrema direita", não pode ser somente "decorado" e "falado". Por mais útil que seja estudá-lo, resta-nos apenas praticá-lo. Hari Om!

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