Uns anos atrás, vi alguém usando uma camiseta com esta inscricão: whatever the question, the answer is the same: do Yoga (“seja qual for a pergunta, a resposta é a mesma: faça Yoga”). Às vezes, tenho a sensação de que essa afirmação determina minhas ações mais além do que admito para meus amigos não-praticantes de Yoga, por aquele receio (que deve ser familiar para muitos leitores), de ser taxado de radical ou obcecado com a prática. 

Quando a Greice, editora desta revista, me disse que um dos temas da presente edição seria como lidar com a ansiedade, pensei que esta era uma boa oportunidade para colocar no papel alguns truques que sempre foram usados no Yoga para manter sob controle essa velha e, para muitos, incómoda presença.

Assim, depois de ter escolhido o assunto desta coluna, lembrei que a ansiedade é mais uma manifestação daquele problema básico, que é ver a si mesmo como alguém incompleto. Ou seja, volto à questão da frase daquela camiseta: “seja qual for a pergunta, a resposta é a mesma: faça Yoga”.

É um fato que, conforme transcorre essa jornada que é a vida, percebemos que há alguns companheiros de viagem persistentes, com os quais precisamos conviver e negociar soluções. Um desses companheiros de jornada pode ser, para alguns de nós, a ansiedade.

Há outros, como a raiva, a tristeza, o medo ou o remorso. Digo que estes sentimentos são nossos companheiros de jornada, pois eles, intermitentemente, se manifestam, contra a nossa própria vontade de mantê-los longe.

Às vezes, fico ansioso porque suponho que a prática de Yoga deveria curar a minha ansiedade, mas ela não passa. Embora seja aliviada, às vezes fica como que à espreita, latente, e me surpreende quando menos o espero.

Em relação ao Yoga, posso ficar ansioso porque tenho uma expectativa sobre algo que quero que aconteça, associada ainda com a tendência a antecipar o resultado da prática. Esse tipo de expectativas, sejam associadas com resultados como a melhoria do estado geral de saúde e bem-estar, o combate ao estresse ou até mesmo a busca dos estados de iluminação, podem se tornar importantes fontes de frustração.

Agitação, bloqueio e equilíbro: rajas, tamas e sattva.

Ansiedade é sofrer por antecipação ou preocupar-se desnecessariamente com coisas que ainda não aconteceram. Nesse sentido, poderiamos dizer que a ansiedade é o oposto da depressão, embora em alguns casos ambas possam se manifestar ao mesmo tempo.

Desde a visão védica, uma emoção ou um pensamento que nos leve à agitação ou à ansiedade são considerados rajásicos, enquanto que pensamentos paralisantes como aqueles que conduzem ao estado de depressão são considerados tamásicos. Respectivamente, as palavras rajas e tamas significam em sânscrito ação e imobilidade.

Se a ansiedade é a dificuldade para lidar com o excesso de aprêmios no cotidiano, a depressão é a falta mais absoluta de horizontes, estímulos ou inspiração para agir. Assim, se quisermos ficar distantes desses dois extremos, devemos encontrar o caminho do meio. Isso é chamado sattva.

Esse termo quer dizer harmonia, equilíbrio e paz. Assim, devemos considerar que existe esse caminho do meio, o equilíbrio entre deixar-se arrastar pelos estímulos, ou tornarse absolutamente indiferente a eles. Assim, a ansiedade parece estar vinculada com algumas situações pontuais, como as seguintes:


1) a vontade de que o tempo pare, ou ande mais depressa,
2) a vontade de que as pessoas ajam de forma diferente,
3) a vontade de que as coisas aconteçam de maneira distinta e,
4) a impotência sentida ao perceber que não se está no controle.

Três passos para dizer adeus à ansiedade.

O primeiro passo para se livrar da ansiedade é assumir-se como alguém que tem ansiedade. De nada adianta ficar de costas para esse sentimento. Ignorá-lo equivale a varrer o problema para baixo do tapete, ou fingir que ele não existe. O segundo passo é deixar de considerar a ansiedade um problema!

O terceiro e último passo é começar a olhar para si mesmo como alguém cuja tranquilidade e felicidade não dependem do resultado das ações e que, portanto, de nada adianta se preocupar antecipadamente com elas, assim como de nada serve se lamuriar quando os frutos delas ficam aquém dos nossos desejos.

O deus Krishna diz para o príncipe Arjuna, naquele diálogo imortal que é a Bhagavad Gita, que os problemas que tanto sofrimento lhe produzem são, em verdade, insignificantes. Porém, a situação de Arjuna é grave, por onde olharmos para ela: ele se vê na contingência de guerrerar contra a própria família.

A enigmática e contundente resposta de Krishna ao desespero do príncipe é: “Estás te lamentando por quem não deves lamentar-te, embora tuas palavras sejam sábias. O homem realmente sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos” (II:11). O grande professor Hermógenes já disse o mesmo, com outras palavras: “Não se preocupe com ninharias. Tudo é ninharia!”

Seja qual for o caso, cabe lembrarmos que há coisas que, inevitavelmente, estão fora da nossa alçada, que não poderemos mudar, transformar ou melhorar, por maior que seja o esforço que façamos. Como diz aquele ditado português, aquilo que não tem remédio, remediado está.

Por outro lado, algumas ações que realizamos no intuito de transformar ou melhorar alguma situação, nem sempre produzem os resultados esperados. Como diz aquele outro ditado, não adianta chorar sobre o leite derramado. Se o resultado ficou aquém das expectativas, pois relaxamos, respiramos fundo, viramos a página e começamos de novo.

Veja a ansiedade como uma aliada, não como um obstáculo.

Então, se tivesse que colocar a maneira de lidar com a ansiedade na forma de uma receita de bolo diria que, canalizada positivamente, a ansiedade pode ser uma importante força de realização, colocada à serviço do seu próprio crescimento pessoal.

Podemos fazer com que ela trabalhe em nosso próprio benefício. Lembre que você não é a ansiedade, nem os pensamentos que a produzem, nem as emoções que a seguem. Lembre que você é tranquilidade e paz, independentemente de estar vivendo situações de instabilidade ou incerteza.

Talvez, o principal antídoto contra a ansiedade, afora os três passos acima mencionados, seja ver a si mesmo como alguém pleno e realizado, cuja felicidade não depende da execução de quaisquer ações ou da presença de quaisquer situações ou pessoas para ser feliz.

Você não pode se tornar feliz ou pleno, pois você já é plenitude e felicidade! Se Krishna disse diálogo citado acima que o “sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos”, foi para lembrar a seu amigo e aluno que existe uma ordem, e que todos nós somos parte dela.

Não somos “uma porção” de plenitude: concluir isso seria ilógico e incorreto. Somos a própria plenitude, àquela à qual nada pode ser acrescido, e da qual nada pode ser tirado. Quando olhamos dessa forma para nós mesmos, desaparece aquela pressão, aquela insegurança, aquela vontade de que o tempo voe ou pare, aquela vontade de controlar situações ou pessoas. Assim, aceitamos com gratidão o que recebemos e temos para viver a cada dia.

O autor destas linhas, por exemplo, sempre deixa a tarefa de escrever esta coluna para o último dia do prazo combinado com as editoras. Mas, ao invés de ficar me preocupando com o tema a ser abordado, ou com o fato de perceber que os dias vão passando e o texto não está pronto, simplesmente vou surfar e/ou faço meu trabalho, enquanto espero que a inspiração venha.

Às vezes, ela aparece num relâmpago e o texto fica pronto em meia hora. Outras vezes, fico até tarde na noite do último dia para terminar no prazo. Mas, em nenhum momento me estresso com isso. Hoje mesmo surfei por três horas antes de assumir que estava na hora de começar (e terminar!) este texto. E, agora, concluo calmamente, esperando que você, amigo leitor, o desfrute, da mesma forma que eu desfrutei ao escrevê-lo. Bom, continuamos mês que vem.

Namaste!

    COMENTÁRIOS

    Comentar artigo

  1. Adriana Terras

    O texto sobre ansiedade e depressão embora resumido , foi de grande valia para ser utilizado na forma de aperfeiçoamento para lidar com energias que por vezes parecem ficar trincadas no pescoço ou em outro lugar do corpo e não sabemos ao certo o por quê, excelente.


    Responder


  2. Simone Confort

    Você não pode se tornar feliz ou pleno, pois você já é plenitude e felicidade! Se Krishna disse no diálogo citado acima que o sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos, foi para lembrar a seu amigo e aluno que existe uma ordem, e que todos nós somos parte dela.

    Essa parte especificamente, diz tudo e ao mesmo tempo é o nada... rsrsrs Na prática, n me diz nada pq é só um conceito, pensar nisso enqto leio o texto, me soa poético e acertado, mas se eu estiver num momento de ansiedade, desconfio que pensar neste conceito me deixará irritada.


    Responder


  3. Vania Brusiguello dos Santos

    Em relação ao texto, posso afirmar que existe correlação entre a depressão e ansiedade. No meu caso, sou deprimida e ansiosa ao mesmo tempo. Falo rápido, escrevo e penso rápido.. Além disso, sou asmática e sofri de pânico. A ansiedade muitas vezes me provoca crise de asma,: e a crise de asma me deixa ansiosa. É um círculo vicioso.É terrível. Faço acompanhamento terapeutico e medicamentoso. Tomo um antidepressivo atípico, pois o antidepressivo comum, me deixa agitada ao ponto de me fazer perder o sono. Até hoje a medicação não conseguiu equlibrar meu estado emocional. Quando algo ruim acontece, a depressão se agrava ao ponto de me fazer perder o apetite e emagrecer muito. Vivo estressadae ao mesmo tempo triste! É uma loucura! Não sei como explicar. Gostaria muito de tentar a yoga para talvez melhorar a minha capacidade respiratória e diminuir a ansiedade. Penso seriamente em fazer.

    Samantha

    Vânia, entendo seu problema e vivi/vivo algo parecido, com exceção da asma (que eu não tenho).Gostaria de poder ajudar ensinando umas coisas um tanto "bestas" que me livraram da crise severa de depressão.Se puder/quiser, me mande email: saamantha.nayra@gmail.com



    Responder


  4. Soreia Felipe

    Gostei muito do seu texto.

    O tema é muito complexo , mas precisamos aprender a dar menos valor às nossas preocupações e viver um pouco mais tranquilos.

    Quero aproveitar para dizer que amei conhecer você e a Ângela, na Índia, vocês são pessoas iluminadas.

    Um grande abraço para os dois.

    Soreia


    Responder


  5. Germano

    Caro Pedro muito obrigado pelo excelente artigo! Sem dúvida, esses pontos, yoga e meditação são muito importantes para a gestão da ansiedade. Mas não podemos minimizar a questão. A ansiedade deve ser vista com atenção. Em vários casos pode tornar-se um sofrimento muito grande e contínuo e deve ser considerada com muita seriedade; pode requerer, inclusive, um tratamento mais amplo. Algo realmente muito difícil de ser superado sozinho; às vezes as causas da ansiedade contínua e galopante podem até mesmo estar associadas a condições assaz complexas. Para isso, algumas ferramentas adicionais podem ajudar também. É importante ficar atento a isto. Um: um diagnóstico de um especilista pode ser fazer necessário. Dois: uma psicoterapia pode ajudar bastante a compreender melhor as forças em questão (às vezes tão arraigadas no passado da pessoa que é difícil compreender e superar sozinho) e, principalmente, a lidar com elas e com as situações da vida de novas maneiras. Finalmente: a ansiedade pode requerer medicamentos específicos prescritos por médicos. Sei que este é um campo cercado de muito preconceito e falta de compreensão. Contudo, há situações que em que os medicamentos podem ser necessários para a pessoa se reerguer e começar a tocar a vida. Nos casos certos e administrados de modo correto e consciente podem ser ferramentas assaz importantes. Isso aí! Boa prática para todos!

    Natali

    Muito bom seu comentário Germano, existe casos graves de ansiedade que realmente precisam de auxilio de um profissional, sendo que apenas a prática de yoga não é suficiente, mas sim deve ser visto como um complemento ao tratamento. O texto escrito por Pedro acredito ser uma dica para todos que de alguma forma já sentiram e sentem ansiedade em algum momento da vida! Namastê.



    Responder


  6. caetano cosso

    Excelente texto! ?Não se preocupe com ninharias. Tudo é ninharia!? tenho essa frase escrita na cabeceira da minha cama rs
    Responder


  7. raquel

    bom!só pra dizer que de inicio eu adorei,fui ao medico hoje, e ele disse que,que sou uma pessoa muito nervosa e além disso ssofre de ansiedade..então ele me indicou que fissese yoga,e por acaso lendo um jrnal...nele dizia COMO PRATICAR YOGA!fiquei curiosa e decidi pesquisar pra entender melhor.gostei muito...me mande dicas..RAQUEL
    Responder


  8. sueli

    Adorei o texto acima consegui intender um pouco o yoga ,mas tenho algumas perguntas que me são ainda tabus ou verdades yoga emagrece,me mantém a calma qualquer pessoa pode praticar? Aguardo respostas.
    Responder


  9. LuNovais

    Adorei o texto. Tinha vontade de participar de yoga, mas não conhecia ninguém pra que falasse como seria...até q conheci, e fiquei maravilhada...resolvi ler algo sobre, e deparei justo com o tema que me acompaha de forma errada faz tempo!! Parabéns e Obrigada por escrever de forma tão clara!! abraços
    Responder


  10. Murillo

    O mar devia estar calmo ou tubular hj , ehim Pedro? : ) A diminuição da ansiedade foi um dos primeiros benefícios que senti quando fiz minha primeira prática em 96. Como instrutor, aspiro que os jovens e adultos que sofrem de forma mais perceptível com esse incômodo, possam aliviá-lo com o acolhimento respiratório e troca da ocupação mental pelo conforto sensorial do aqui e agora que a prática estimula. Om...


    Responder


  11. Leo Freire

    PEDRÃO VC É O CARA ! MUITO BEM ESCRITO, REALMENTE O MAR LHE INSPIROU.NAMASTÊ !
    Responder


  12. Diva Paiva

    Olá querido Pedro ! Muito bom surfar e saber viver juntinho à natureza. Ela ensina mais que palavras. Então podemos concluir com isso que: A ansiendade é rajas, faz sofrer! A depressão é tamas, faz sofrer! Somente o estado de satwa não traz sofrimento ... Então o estado de satwa deve ser o foco! Não o combate à ansiedade ou à depressão. Muito bom! Beijos! Saudades. Diva Paiva
    Responder


  13. Carlos Almeida

    Namaste Pedro! Obrigado pela partilha. Abraço GRANDE.
    Responder


  14. Marta Rodrigues

    Iniciante na prática de Yoga, o texto me trouxe mta ajuda. Obrigada ! Namastê
    Responder


  15. Andre Viana

    Pedro, Sempre que estou ansioso me lembro do "ISHIVARA PRANIDHANA", ou da oração do Pai Nosso quando dizemos "Seja feita a tua vontade", mas não deixamos ele fazer, ficamos querendo do nosso jeito.
    Responder


  16. Boleiz

    Muito bom poder meditar nessa ideia de que cada qual representa uma plenitude! Vamos aprofundar nisso!!! Saúde! Flávio
    Responder


  17. Leandro

    Belo texto !! Já sofri pensando ser a ansiedade a raíz de meus problemas, hoje percebo a ansiedade como companheira, amiga. E para quando acabo me esquecendo disso, encontro palavras que me fazem lembrar, assim volto a ficar em paz. Parabéns, suas palavras, mesmo que à distância, carregam grande poder!
    Responder


  18. Rodrigo Primavera

    Muito bom! Ajudou muito! mesmo ! Namaste!
    Responder


  19. Paulo Sérgio

    Há ásanas e pranayamas que tantos nos excitam como nos relaxam e eu sempre faço uso deles. Mas, quando a ansiedade é de tal magnitude que começa a prejudicar o sono, nada como um anti ansiolítico (rivotril é ótimo), receitado por um bom e velho psiquiatra. E se a depressão é profunda, de modo que nem o yoga nem o ayurveda podem me levantar, faço uso de um anti depressivo. Quando leio sobre rajas e tamas, sempre me lembro do transporno afetivo bipolar (TAB), caracterizado por um período mental eufórico (rajas), seguido de um período de depressão (tamas). Para se alcançar o equilíbrio (sattva), os médicos fazem uso de medicamentos acompanhados de psicoterapia. Entendo que a prática do yoga auxilia o tratamento médico, na medida que trabalha o corpo e a mente. Os médicos, aliás, recomendam a prática de quaisquer atividades físicas para combater a depressão. E há remédio melhor contra a ansiedade do que pegar uma praia, mermão!? aquele mergulho no mar, aquela brisa no rosto, o pau quebrando lá fora ... e você ali, numa boa ... afinal de contas, vida boa não tem pressa. as-salaamu aleikum
    Responder


  20. Camila

    Esse texto é perfeito, era tudo o que eu precisava ler... Eu sou uma pessoa muito ansiosa, sempre fui, e isso sempre me atrapalhou muito, mas não como está interferindo agora, que estou passando por situações delicadas em minha vida. O ultimo mês foi muito difícil para mim e estou ansiosa como nunca.... Ontem a noite, antes de dormir, fiz uma oração, pedindo a Deus ajuda, pois eu precisava encontrar uma PAZ que eu não tinha, calma para minha alma e meu coração. Quando acordei pela manha, não sei se foi por sonho, ou só por resposta a minha oração, eu acordei pensando em fazer YOGA e quando pesquisei no google, esta página foi indicada... Neste texto tem tudo que eu preciso! Muito Obrigada pelas respostas que eu precisava!
    Responder


  21. Du Morgado

    Sensacional... ótimo texto!
    Responder


  22. ze

    ola pedro,cumprimentos de Portugal :) este seu texto bate fundo.A ansiedade sempre foi uma constante na minha vida,coisa que resolvia com uma surfada até que o yoga entrou na minha vida.Por essas alturas o estudo,ou alias a compreensão possivel do estudo,levou-me a tomar uma atitude dificil,deixei de surfar(pelo menos todos os dias como fazia)no sentido de me desapegar do surf e dos sentimentos e atitudes ligadas á coisa(na forma que me era possivel vivencia-lo era um mundo de egos tamanho extra).Então o yoga tomou as dores do surf,qualquer coisa resolvo com yoga.Alias neste momento surfo(da forma mais saudavél que me é possivél,ou seja ja não é uma doença)como se fosse uma pratica de yoga.(estou convencido que surf seria o 9 anga de patanjali,se já existisse na altura:)).Mas ansiosamente uma questão presegue-me:"será que terei de deixar de praticar yoga?" será mais uma substituição? concordo consigo pedro,o melhor mesmo e deixar de me preocupar ansiosamente com estas coisas e dar espaço a vida,foi um belissimo ensinamento este seu texto. gracias zé
    Responder


  23. jussara

    Obrigada Pedro, adorei o texto, comeco a ver a minha ansiedade sobre outro prospecto. namaste
    Responder