O ritmo nesse respiratório deve ser 1:4:2:0, contando 16 tempos para inspirar, 64 para reter e 32 para exalar. A esse ritmo você irá associar a emissão mental do bíja mantra Yam, correspondente ao anáhata chakra, na região do coração. Sentado no seu melhor ásana de meditação, inspire pela narina direita usando o bíja Yam pulsando no plexo cardíaco para contar 16 mátras, concentrando-se nessa área. Durante o kúmbhaka, visualize a purificação dos canais da energia e faça o bíja 64 vezes. Depois exale vagarosamente pela narina esquerda, repetindo o bíja 32 vezes. Assim você completa um ciclo. Reinicie inspirando pela narina direita e faça pelo menos 20 ciclos.

Outra alternativa é fazer o mesmo exercício, concentrando-se no manipura chakra, na altura do plexo solar e fazer a contagem dos tempos com o bíja deste chakra. Então você inspira pela fossa direita em 16 mátras associando a contagem dos tempos ao bíja Ram, segura o ar durante 64 repetições do mantra e exala pela esquerda em 32 tempos. Em ambos os casos, a contagem do tempo com o mantra deve ser perfeitamente cadenciada, uniforme e regular. Dado o grau de experiência requerido para dominar estes pránáyámas, aconselhamos que eles sejam feitos apenas por praticantes avançados.

Efeitos: trabalham o ar vital da região torácica (prána váyu), purificam os canais prânicos e ainda somam os efeitos do nádí shodhana pránáyáma.

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