


Quem sofre de insônia, os três tipos, os problemas que ela traz e quatro práticas para mudar hábitos: restrição de sono, recondicionamento, Yoga e rotina.
Higiene do sono: 27 recomendações práticas, do quarto aos hábitos, para dormir bem, com as posturas que protegem o pescoço, a lombar, o quadril e os joelhos.
Telas na cama, tabaco, maconha, álcool, cafeína, açúcar, melatonina, sobrepeso: nove hábitos que roubam o sono e o que a ciência e o Yoga dizem sobre cada um.
Dois passos para vencer a insônia: a restrição de sono, que recalibra a eficiência das suas noites, e as práticas de relaxamento, meditação e Yoga.
O que é o yoganidrā, os prāṇāyāmas que o preparam, o parikrama pelo corpo, as 10 partes do relaxamento e dez sequências para guiar você mesmo o seu relax.
Respiração diafragmática, relaxamento muscular progressivo e visualização: três práticas de relaxamento, passo a passo, para usar a qualquer hora.
Os oito versos de Abhinavagupta sobre anuttara, o Mais Elevado, e o não-método (anopāya): sânscrito, transliteração, tradução e pādapāṭha palavra por palavra.
A origem do sânscrito, a língua sagrada em que foram transmitidos os Vedas, o Yoga e o Vedānta; um pequeno guia de fonética, com o alfabeto devanāgarī e a pronúncia de cada letra; e uma bibliografia de Yoga, Tantra e Vedānta.
Uma yogiṇī afirmou, num diálogo recente, que o “Yoga é por natureza apolítico”. Demos nomes aos bois: apolítico é aquilo ou aquele que tem aversão ou não se interessa pela política. Ora bem, o Yoga faz parte do existir. A política também faz parte da existência ao ponto que é dito, com razão, que existir é um ato político.
Antes de falar de alinhamento, convém perguntar: o que é um āsana? A palavra vem da raiz sânscrita ās, que significa sentar-se, estar, permanecer. Āsana é, literalmente, o assento, o lugar onde se permanece. Não se trata de uma acrobacia nem de uma forma a ser exibida, mas de um estado em que o corpo pode ficar, estável e confortável, para que a mente possa, enfim, aquietar-se.
Tudo o que existe neste Universo em constante transformação é manifestação do Ser. Regozijemo-nos nessa descoberta pela renúncia. Não cobices nada, pois tudo ao Ser pertence.
Guru Pūrṇima é a Lua Cheia do Mestre. Há muitas e lindas histórias que circulam na Índia sobre o Guru Pūrṇima. Conta uma delas que, muitos milênios atrás, Śiva Mahādeva apareceu no alto do Himalaya na forma de um yogi na postura do lótus, em silenciosa meditação sob uma frondosa figueira, o banyam.
Lembremos também que a missão do mestre é libertar, não provocar sofrimento nos praticantes, nem amassar fortunas e, menos ainda, angariar zumbis de cérebro lavado. Incapaz de libertar, o aspirante a mestre apenas veste uma fantasia oca e perigosa. Parafraseando o velho ditado, o dhoti não faz o mestre.
O sânscrito, uma das línguas mais antigas do mundo, carrega milênios de filosofia, espiritualidade e tradição. Palavras como namaste, dharma, karma, āsana ou Oṁ não são apenas termos; são conceitos profundos que permeiam e fazem parte da cultura, da religião e da identidade de milhões de pessoas, não apenas na Índia, Nepal ou Sri Lanka, mas igualmente dos praticantes de Yoga, Tantra e Vedānta de todas as nacionalidades, etnias e lugares.
A primeira chave e o desejo de liberdade. A segunda é o discernimento, a capacidade de distinguir o real do aparente.
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