O sânscrito, uma das línguas mais antigas do mundo, carrega milênios de filosofia, espiritualidade e tradição. Palavras como namaste, dharma, karma, āsana ou Oṁ não são apenas termos; são conceitos profundos que permeiam e fazem parte da cultura, da religião e da identidade de milhões de pessoas, não apenas na Índia, Nepal ou Sri Lanka, mas igualmente dos praticantes de Yoga, Tantra e Vedānta de todas as nacionalidades, etnias e lugares.



Uma busca pessoal Quem precisa de alinhamento dos chakras? Antes de entrar nesse tema, vou contar uma história para você: quando comecei a levar o Yoga a sério, me dediquei de corpo e alma à meditação nos chakras. Estava sentindo-me paralisado nas práticas e precisava de motivação e energia para levá-las adiante. Assim, fui na […]
A solução é fácil: faça menos. Simplifique, aprenda a parar. Evite a primeira reação. Conte até 10. Não se leve tão a sério. Brinque mais. Ajude os demais. Tire seu ego do centro das atenções durante alguns momentos a cada dia.
A palavra sankalpa significa em sânscrito volição, determinação, propósito, intenção ou resolução interior. O termo refere-se originalmente a um voto solene ou à determinação de levar a cabo um upāsana, um gesto ou prática ritual.
Eis um pequeno resumo do que somos, como nos vemos e como vivemos, com algumas soluções que o Vedanta e o Yoga apontam para separar fatos de crenças e ter uma vida mais tranqüila e feliz
Todos conhecemos ou pelo menos já escutamos alguma vez a palavra sânscrita नमस्ते namaste. Esta saudação se estendeu atualmente a muitos ambientes alheios ao Yoga e à espiritualidade e até entrou para os dicionários ingleses, por influência dos emigrantes indianos para o Reino Unido.
Muitas tradições ascéticas da Índia consideram o corpo como um mero acúmulo de vísceras cuja natureza é corrompida e cujo destino final é morrer e apodrecer. Talvez o exemplo mais claro disso é o que aparece no Agni Purana (LI:15)...
Negar ou reprimir a tristeza é como pretender que o espaço desapareça colocando-o dentro de uma garrafa. E aliás, não é um bom negócio: a tristeza mal digerida pode derivar em transtornos psicossomáticos, ansiedade ou depressão. Isso acontece por exemplo quando não conseguimos elaborar sadiamente a dor pela perda de um ente querido.
Acredito que a única coisa que pode nos dar paz, mas paz verdadeira, é sermos capazes de saber quem somos e o que estamos fazendo aqui nesta vida
Nos tempos de globalização que correm, temos o privilégio de poder conhecer culturas e modos de viver diferentes do nosso, que nos enriquecem, motivam e ensinam. E a visão e o estilo de vida do Yoga são muito inspiradores e transformadores para qualquer cidadão da aldeia global. Porém...
Existem muitas maneiras diferentes de se fazer a saudação ao sol. Apresentamos aqui apenas uma dessas possibilidades. Idealmente, cada um de nós deveria encontrar a sua forma pessoal de fazer esta sequência.
A questão fundamental é que só muda o tamanho da prisão. A pessoa continua encarcerada. Segue sendo prisioneira. O mesmo vale para nós: somos prisioneiros do saṁsāra, dos condicionamentos. O mesmo vale para as instituições religiosas: nenhuma delas liberta ninguém.
Sarvam ayam Brahman: tudo o que existe, tudo o que pode ser visto e o que não é visto, tudo o que pode ser conhecido e o que não pode ser conhecido, é Brahman, o Ilimitado.
Quando pensamos em certos tipo de prática de Haṭha Yoga que estão em voga, vêm à mente a coisas como esforço excessivo, copiosa transpiração, respiração pesada e, em alguns casos, tensão e lesões. Vemos, com alguma frequência, pessoas se esforçando muito além da conta, praticando como se não houvesse amanhã, com atitudes de fanatismo e irresponsabilidade.
O jalāṇḍhārabandha ou "fecho" da garganta é um dos quatro bandhas ou "travas" internas usadas em certas práticas de āsana, prāṇāyāma, mudrā e meditação para conduzir o fluxo da força vital através do corpo.
Será que o Yoga tem alguma contribuição para o problema das fobias? Pode a sabedoria dos yogis de outrora ter abordado estes temas em algum momento da sua longa história? Sim!
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