Prāṇāyāma, Pratique

Nadi shodhana, o pranayama nas escrituras clássicas do Hatha Yoga

Vimos dar início a um estudo comparativo de alguns pranayamas nos textos clássicos do Hatha Yoga, a Hatha Yoga Pradipika, a Gheranda Samhita e a Shiva Samhita

Escrito por Miguel Homem · 10 mins de leitura >

Vimos dar início a um estudo comparativo de alguns pranayamas nos textos clássicos do Hatha Yoga, a Hatha Yoga Pradipika, a Gheranda Samhita e a Shiva Samhita, com o que se pretende dar a conhecer parte daqueles textos bem como familiarizar o praticante com a linguagem dos shastras.

O nadi shodhana pranayama é comumente conhecido como a respiração alternada. A sequência base do pranayama é feita da seguinte forma:

a) Colocar as mãos em jñana mudra, vishnu mudra, nasagra mudra ou outro;
b) obstruir a narina direita ou preferencialmente logo acima da narina bloqueando a passagem do ar;

c) inspirar (puraka) pela narina esquerda (respiração completa);

d) trocar a narina em actividade, obstruindo agora a narina esquerda;

f) expirar (rechaka) pela narina direita;

g) continuar o pranayama, inspirando pela narina direita e assim sucessivamente.

Este pranayama deve ser sempre agradável e nunca se deve perder o fôlego. Se isso acontecer deve diminuir-se a duração de cada fase da respiração. Note que a narina em actividade é alternada sempre que os pulmões estão cheios e nunca quando estão vazios. A inspiração é sempre feita pela mesma narina com que se expirou.

O nadi shodhana pranayama promove o bhuta shuddhi, nomeadamente a purificação do corpo subtil, ao nível das nadis, o que possibilita o despertar da kundalini. Revigora o sistema nervoso e melhora o rendimento intelectual e desenvolve as faculdades mentais. Segundo Shivananda este pranayama possibilita a levitação[1].

Ao nadi shodhana básico podem e devem ser acrescentados kumbhaka (retenções), ritmo e bandhas. No entanto, o acréscimo deve ser feito sem pressa e no tempo individual de cada praticante.

O nadi shodhana pranayama é tradicionalmente considerado o pranayama mais importante. É o único citado na Shiva Samhita. Deve ser praticado de forma diária e continua desde que se começa a fazer paNayama.

Nos textos de Hatha Yoga é comum a indicação de que os kriyas, entre os quais os shath karma, (dhauti, vasti, neti, trathaka, nauli e kapakabhati) devem ser praticados antes do pranayama por forma a permitir a limpeza e purificação do corpo denso e subtil (sthula sharira e sukshma sharira). A Hatha Yoga Pradipika precede mesmo a indicação sobre os shat karma com a indicação sobre o nadi shodhana pranayama tal a importância que lhe concede. Vejamos:

‘Enquanto permanecerem impurezas nas nadis [ida e pingala], o prana não poderá entrar no canal central, sushumna. Desta forma, o yogi não conseguirá o estado de umnani avastha [2] nem terá sucesso nas práticas. Somente quando todas as nadis que ainda estiverem impuras forem purificadas, é que o yogi poderá praticar pranayama com sucesso. Portanto, o pranayama deverá ser praticado diariamente, com um estado mental em que predomine sattva [3], até que sushumna fique livre de impurezas.’ (II, 4-6)[4].

Em seguida dá-se a descrição do nadi shodhana pranayama:
‘Em padmasana, o yogi deve inalar pela narina esquerda e, após reter a respiração tanto quanto lhe seja possível, deve expirar pela narina direita. Na continuação, deve-se inalar pela narina direita, praticar kumbhaka como antes e expirar pela esquerda. Depois do rechaka, deve-se fazer puraka pela mesma narina. O kumbhaka deve ser mantido o máximo possível e depois expirar-se lentamente. Ao inspirar prana através de ida, deve-se exalar através de pingala, inspira-se de novo por pingala e exala-se por ida, depois de ter retido a respiração o máximo de tempo. O yogi que se aperfeiçoar na prática da ética e que praticar esta respiração alternada, purificará as suas nadis em três meses.’ (II, 7-10).

Confrontemos com o que nos diz a Gheranda Samhita:

‘Sentado em padmasana, depois da adoração do guru como ensinado pelo professor, deve ele levar a cabo a purificação das nadis para obter sucesso no pranayama. Concentrado no vayu bija (Yam), repleto de energia e de cor esfumada, deve inspirar pela narina esquerda, repetindo o bija dezasseis vezes. Isto é o puraka. Deve reter a respiração por um período de sessenta e quatro repetições do mantra. Isto é o kumbhaka. Depois deve expulsar o ar lentamente pela narina direita durante um período correspondente a trinta e duas repetições do mantra.

O centro do abdómen é o assento do agnitattva. Eleve-se agni desse local, junte-se com o prithivi tattva e contemple essa fusão de luz. Depois, repetindo dezasseis vezes o agni bija (Ram), deve inspirar pela narina direita, reter durante sessenta e quatro repetições do mantra e expulsar o ar pela narina esquerda pelo período correspondente a trinta e duas repetições do mantra.

Então fixe o olhar na ponta do nariz e contemplando, ali, o reflexo luminoso da lua, deve inspirar pela narina esquerda repetindo o bija Tham dezasseis vezes; depois reter o ar pela repetição do bija Vam sessenta e quatro vezes. Entretanto visualize que o néctar flúi da lua na ponta do nariz e que corre pelos canais do corpo e purifica-os. Mantendo a visualização, expirar repetindo trinta e duas vezes o prithivi bija Lam.

Através destes três pranayamas as nadis são purificadas. Então firmemente sentado em asana pode começar a prática regular do pranayama.’ (V, 38-45).[5]

Na indicação da Hatha Yoga Pradipika o texto limitava-se a acrescentar o antar kumbhaka, a retenção com ar, e a dar uma indicação sobre o período mínimo de prática. Aliás, a indicação dos três meses de prática continua para realização do nadi shuddhi é corrente, frequente e quase unânime na literatura.

Já a Gheranda Samhita, tráz-nos algumas ‘novidades’. Nos textos tântricos e de Yoga de influência notoriamente tantrica como o Hatha Yoga e o Laya Yoga, aquela descrição do nadi shodhana pranayama é também utilizada como suporte para o nadi shuddhi ou bhuta shuddhi pranayama. Nadi shuddhi traduz-se por purificação das nadis, enquanto bhuta shuddhi indo mais de encontro ao cerne da descrição traduz-se como a purificação dos elementos (bhuta).

Como ensinam o Samkhya e o Tantra, o corpo físico denso, como de resto todo o universo material, são constituídos por cinco elementos básicos, chamados bhutas ou mahabhutas. São eles, do mais denso para o mais subtil, prithivi (terra), apas (água), tejas (fogo), vayu (ar), akasha (eter). Estes elementos não devem ser interpretados em sentido literal, mas sim enquanto princípios (tattvas), sólido, aquoso ou líquido, ígneo ou luminoso, gasoso ou do movimento, e etéreo ou da vacuidade, respectivamente.

Ora cada um destes tattvas tem correspondência com os cinco primeiros chakras. Assim, o akasha tattva tem o seu assento no muladhara chakra, o apas tattva no svadhisthana chakra, o tejas tattva (também chamado de agni tattva) no manipura chakra, o vayu tattva no anahta chakra, e o akasha tattva no vishuddha chakra. Cada um destes tattvas são representados simbolicamente nas imagens que se desenharam dos chakras. Assim, como descreve o Sat Chakra Nirupana, o elemento terra (prithivi) representa-se por um quadrado cor de açafrão, o elemento água (apas) por uma meia lua crescente de cor branca, o elemento fogo (tejas) por um triângulo invertido vermelho flamejante, o elemento ar (vayu) por uma hexágono de cor enegrecida (cinza), e o elemento eter (akasha) por um circulo de cor branca.

Quando o texto se refere ao vayu bija sabemos que se refere ao bija-mantra do chakra com o qual aquele tattva (o elemento vayu) tem relação, no caso o anahata chakra. Através daquele bija pode querer-se potenciar o bhuta tattva (o elemento) ou o próprio chakra conforme a mentalização. O mesmo raciocínio vale para os restantes bijas citados no texto.

Vejamos agora o bija Tham:

O bija tham é um dos sub-bijas do manipura chakra. Ou seja, é o som produzido pelo prana a circular numa das dez nadis principais que afluem ao chakra, cada uma das quais representada por uma pétala da flor de lótus com o seu bija correspondente grafado. Começando a contar da esquerda para a direita partindo eixo é a quinta pétala. A título de exemplo veja-se o símbolo do tejas, o triângulo vermelho, e nele inscrito o bija mantra do chakra ? Ram.

No entanto, não parece ser a esse bija que o texto se refere. Já na parte final da descrição faz-se referência à lua. Esta referência não deve ser entendida no sentido literal mas sim como uma metáfora ao soma ou indu (que significa lua) chakra que se diz libertar o nectar da imortalidade, o amrita. O bija Tham é o bija deste chakra que se situa ligeiramente acima do ajña chakra dentro da chitrini nadi [6] e que o Kankalamaliní Tantra situa no pericarpo do sahasrara chakra.

A verdade é que o som deste bija (Tham) não é o mesmo som do sub-bija (tham) do maNipura chakra atrás referido. Enquanto o som produzido por este (sub-bija do maNipura) é dental, aquele (do soma) tem um som cerebral. A diferença é facilmente perceptível se conhecermos o devanagari com o qual o sânscrito se escreve, ou melhor ainda se nos for passada por um verdadeiro mestre (guru), motivo pelo qual o Tantra concede tanta importância à iniciação. Por aquele motivo também é importante utilizar uma transliteração, como a utilizada nestes Cadernos, que permita distinguir todos os sons do alfabeto original, e que por isso permita àquele que desconhece o sânscrito reconhecer e distinguir os sons.

O ritmo do pranayama é 1-4-2-0, contando 16 tempos para inspirar, 64 para reter e 32 para expirar. Neste padrão existem vários outros exemplos citados na literatura clássica. Em todos eles o aspecto purificatório do bhuta shuddhi é potencializado pelo uso do mantra e das técnicas de concentração e visualização. Em alguns dos exemplos os bijas usados variam ligeiramente, mas em todos eles se faz uso dos bijas para estimular o tattva correspondente e através dele, ou melhor, através da visualização a ele associada, produzir o bhuta e nadi shuddhi.

No exemplo dado, o processo purificatório consiste numa prática interna subtil de secar e queimar. O secar é levado a cabo através do bija (Yam) do elemento ar (vayu) associado à respiração e à mentalização. O queimar é levado a cabo a através do bija (Ram) do elemento fogo (tejas) associado à respiração e à mentalização. O processo purificatório é seguido por um novo processo de reenergização que consiste em refazer e tornar sólido e estável o corpo subtil. O novo corpo subtil é construído com o bija Tham e Vam associados à respiração e à mentalização, e a estabilidade e solidez são dadas ao corpo através do bija (Lam) do elemento terra (akasha) associado à respiração e à mentalização.

Este processo refere-se não ao corpo denso mas ao corpo subtil e nele a mentalização tem um papel essencial. Os bija mantras actuam através do prana [7] que põem em movimento.

Como se disse, outros mantras são também utilizados noutras descrições. Shyam Sundar Goswami[8] fez um estudo comparativo das indicações dadas nos shastras e encontrou a base mais comum deste bhuttashuddhi pranayama [9], com o ritmo 1-4-2-0 no tempo 16-64-32:

1 – inspirar pela narina esquerda, reter com ar, trocar a narina em actividade, obstruindo agora a narina esquerda, expirar pela narina direita, sempre com manasika japa Yam e a visualização;

2 – inspirar pela narina direita, reter com ar, trocar a narina em actividade, obstruindo agora a narina direita, expirar pela narina esquerda, sempre com manasika japa Ram e a visualização;

3 – inspirar pela narina esquerda com a repetição mental do mantra Tham e visualização; reter com ar com o japa Vam, expirar pela narina direita com o japa mental do mantra Lam e a visualização.

O processo purificador dos bijas consiste então em cinco etapas:

1. Secar com o mantra Yam,

2. Queimar e remover com o mantra Ram,

3. Fluxo de amrita com o mantra Tham,

4. Irradiação a partir do indu chakra com o mantra Vam,

5. Estabilidade com o mantra Lam.

A estas visualizações podem ainda ser associadas as formas e cores, atrás enunciadas, correspondentes a cada um dos mahabhutas. O poder dos bijas mantras é estimulado pelo japa (a repetição), pela respiração e pela concentração e visualização intensas.

Cabe ainda dizer que não será por acaso que ao bija Yam corresponde a inspiração pela esquerda, retenção e expiração pela direita, enquanto ao bija Ram corresponde a inspiração pela direita, retenção e expiração pela esquerda. De facto, não é indiferente que a inspiração seja feita pela narina correspondente à nadi positiva ? pingala ? ou pela narina correspondente à nadi negativa ? ida. Segundo a teoria tradicional do Yoga, a narina de polaridade positiva ou solar corresponde à na narina direita, enquanto que a narina de polaridade negativa ou lunar corresponde à a narina esquerda. A respiração pela nadi solar ou positiva produz calor, actividade, acção, energia, é aferente. Já a respiração pela nadi negativa ou lunar, é refrescante, eferente, inibitória para os órgãos, produz passividade, introversão. Visto isto, fácil é perceber que cada bija mantra está associado à respiração pela nadi que melhor cumpre o fim do bhutashuddhi.

Por fim, vejamos o que nos diz a Shiva Samhita:

‘Então, deixem o praticante experiente fechar com o polegar direito a pingala, inspirar por ida, e manter o ar confinado, suspendendo a respiração, pelo tempo que conseguir e depois expirar lentamente, e não com força, pela narina direita. De novo, inspirar pela narina direita, e parar de respirar enquanto a força permitir. Então, expirar pela narina esquerda, não violentamente, mas lenta e gentilmente. De acordo com este Yoga, pratique vinte kumbhakas. Deve-se praticar diariamente, sem negligência ou preguiça, e livre das dualidades.’ (III, 22-24) [10].

‘A força vital (prana) é, na verdade, a melhor amiga; a força vital é, na verdade, a melhor companheira. Ó magnífico! com toda a certeza não existe parente comparável à força vital’ Shiva Svarodaya.

[1] Swami Sivananda, The Science of Pranayama, 17a Edição, The Divine Life Society, 2001, Himalaias, Índia, pag. 71.

[2] Como ensina o Prof. Pedro Kupfer, é o mesmo estado que Patañjali chama de Nirvikalpa Samadhi.

[3] Sattva é um dos gunas (guna significa qualidade, propriedade ou atributo) da Prakriti (mundo manifestado, matéria, natureza, substância cósmica). Os outros dois são tamas e rajas. A diversidade e a complexidade da natureza devem-se à interacção, alteração e às variações desses três elementos. Assim, tamas significa inércia; rajas, movimento e sattva estabilidade. Suas funções são, respectivamente, a de limitar, a de ativar e a de manifestar a consciência através dos seus mais variados veículos. O guna sattva actua no homem como um estado de compreensão, satisfação, tranquilidade, reflexão, alegria e felicidade. Além de outras funções, facilita a percepção de estados mais subtis da Natureza.

[4] Svatmarama Yogendra, Hatha Yoga Pradipika,Tradução de Pedro Kupfer, Instituto Dharma-Yogashala, 2002, Florianópolis, Brasil.

[5] Tradução para o português feita pelo autor a partir de The Forceful Yoga, Being the Translation of Hathayoga-Pradipika, Gheranda-Samhita and Shiva-Samhita, tradução para o Inglês de Pancham Sinh e Rai Bahadur Srisa Chandra Vasu, 1a Edição, Motilal Banarsidas Publishers, 2004, Delhi, Índia.

[6] Chitrini nadi é uma das nadis que existem dentro da sushumna nadi. A outra é a vajrini nadi que envolve a chitrini.

[7] Aqui utiliza-se o termo prana no seu conceito genérico de vayu, ou ‘ar vital’. O prana genérico (ou vayu) divide-se em cinco pranas ou vayus principais, que são: prana, apana, udana, samana e vyana.

[8] Laya Yoga, The Definitive Guide to the Chakras and Kundalini, Inner Traditions International, Vermont, USA, pags. 133 e ss.

[9] Swami Shivananda também cita este pranayama em The Science of Pranayama, ob. cit., que se encontra disponível online neste website.

[10] Tradução para o português feita pelo autor a partir de The Forceful Yoga, Being the Translation of Hathayoga-Pradipika, Gheranda-Samhita and Shiva-Samhita, tradução para o Inglês de Pancham Sinh e Rai Bahadur Srisa Chandra Vasu, 1a Edição, Motilal Banarsidas Publishers, 2004, Delhi, Índia.

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4 respostas para “Nadi shodhana, o pranayama nas escrituras clássicas do Hatha Yoga”

  1. Grato pela pesquisa Miguel! Acredito que vale a ponderação do comentário acima, mas esse pranayama é muito partilhado por aí e sua pesquisa me pareceu cuidadosa e super benéfica para a comunidade.

    Só fiquei curioso sobre a fonte original dessa citação abaixo. Você poderia partilhar?

    O processo purificador dos bijas consiste então em cinco etapas:
    1. Secar com o mantra Yam,
    2. Queimar e remover com o mantra Ram,
    3. Fluxo de amrita com o mantra Tham,
    4. Irradiação a partir do indu chakra com o mantra Vam,
    5. Estabilidade com o mantra Lam.

    Gratidão!
    Murillo

  2. Sou uma aprendiz da cultura do yoga; já li vários livros a respeito do tema. Avalio que o conhecimento dos temas torna-se difícil para um leigo, já que implica tantos cuidados, inclusive o rigor de se ter um “professor” capaz de ministrar com segurança os aspectos complexos desta importante cultura milenar. Encontrar um profissional que entenda de todos os aspectos mencionados, inclusive da questão relacionada às línguas sânscrito-português é quase um milagre… mas acredito que eles possam acontecer. Achei este site uma oportunidade para trocar comentários sobre o assunto de forma mais segura. Um abraço.

  3. Não sei o que significam estas palavras mencionadas por aqui, mas tenho interesse em praticar os exercicios, só que nao sei por onde começar.

  4. Espero, ao opinar, estar sendo construtivo, jamais pejorativo ou desprezível. Na minha opinião, pranayamas não devem ser lecionados pela internet. Considero algo tão sutil, que o praticante deve estar em pleno equilíbrio físico e mental para então iniciar-se em ritmos e retenções. Observo os pranayamas como uma faca de dois gumes, algo que pode beneficiar e algo que pode desorientar um aprendiz não estável. O Yoga é como um “Portal”. O aprendizado prático de pranayamas, kriyas, uso de mentalizações, etc, deve estar sendo observados por uma pessoa competente, confiável e qualificada, para poder dar segmento a cada etapa.

    Um grande abraço!

    André Gaal.

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