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Pratyahara, o elo perdido do Yoga

O Yoga é um conjunto de ferramentas para o crescimento interior. Nesse contexto, o Ashtanga Yoga ou Yoga de Patañjali se apresenta como um conjunto de oito estratos, cada um com um propósito bem definido. Desses oito estágios do Yoga, talvez o menos conhecido seja o pratyahara.

Escrito por Pedro Kupfer · 11 mins de leitura >

O Yoga é um conjunto de ferramentas para o crescimento interior. Nesse contexto, o Ashtanga Yoga ou Yoga de Patañjali se apresenta como um conjunto de oito estratos, cada um com um propósito bem definido.

Desses oito estágios do Yoga, talvez o menos conhecido seja o pratyāhāra. Você saberia definir o pratyāhāra? Você já fez alguma aula de pratyāhāra? Já viu algum livro de pratyāhāra? Poderia mencionar alguma técnica de pratyāhāra importante? Você faz pratyāhāra?

Se a gente não entender o pratyāhāra, não poderá progredir no sādhana, pois você sabe que cada uma das técnicas do Yoga precisa dominar-se para poder transcender-se. Numa palavra, sem pratyáhára não pode haver Yoga.

O pratyáhára, como quinto estágio do Yoga de Pátañjali, ocupa um lugar central. Ele é a chave para a relação entre o aspecto externo do Yoga (yama, niyama, ásana e pránáyáma) e o interno (dháraná, dhyána e samádhi). O pratyáhára nos ensina a nos mover entre essas duas esferas.

É praticamente impossível ir diretamente do ásana para a meditação. Isso significa saltar do corpo para a mente, esquecendo o que tem no meio. Para fazer essa transição, a respiração e os sentidos, que ligam o corpo e a mente, primeiramente precisam ser devidamente desenvolvidos e controlados.

Aí é onde começa a trabalhar o pránáyáma. Com o pránáyáma controlamos as energias e os impulsos vitais, e com o pratyáhára ganhamos controle sobre os sentidos. Esses dois pontos são chave para uma prática bem sucedida.

O que é o pratyāhāra?

O termo pratyáhára está formado por duas palavras sânscritas: prati e ahāra. Ahára significa comida, ou algo que você coloca para dentro. Parti é uma preposição que significa contra ou fora. Pratyáhára então significa controle do ahāra, ou ter controle sobre as influências externas. No Mahabhárata se compara o pratyáhára a uma tartaruga: ‘assim como a tartaruga recolhe seus membros sob a carapaça, da mesma forma o yogi retrai os sentidos da influência dos objetos externos.’ Normalmente se traduz pratyáhára como controle dos sentidos, mas não é apenas isso. Existem 3 tipos de ahára ? alimento:

1) o alimento físico, que nutre o corpo e se forma pelas combinações dos cinco elementos.
2) as impressões e sensações que entram através dos sentidos: tato, visão, audição, etc.
3) os relacionamentos que temos com os demais: esposo/a, namorado/a, família, amigos, etc., com quem nos relacionamos através do anáhata chakra e que nutrem a nossa alma.

O pratyáhára é duplo. Implica:
1) evitar as coisas ruins: alimento ruim, impressões ruins, relacionamentos que nos façam mal e
2) abrir-se para as coisas boas: alimento saudável, impressões boas, relacionamentos e associações que nos fazem bem.

É impossível controlar as impressões mentais e os conteúdos do pensamento sem ter uma dieta correta e relacionamentos construtivos. Porém, a importância do pratyáhára está no controle das impressões sensoriais, que permite que a mente se volte para o interior.

Ao recolher a consciência das impressões negativas, o pratyáhára nos fortalece, da mesma forma que um corpo saudável rejeita toxinas e agentes patógenos. Se você for incomodado pelo barulho à sua volta, você está precisando um pouco de pratyáhára. Sem isso, não há como meditar.

Há quatro formas básicas de pratyāhāra, que possuem métodos específicos:
1) controle da energia ? prána pratyāhāra,
2) controle dos sentidos — indriya pratyāhāra,
3) controle das ações — karma pratyāhāra,
4) controle da mente ? mano pratyāhāra

1) CONTROLE DA ENERGIA.
O controle dos sentidos inclui o controle da energia vital, o prána, pois os sentidos vão atrás dele. Se a nossa energia não estiver fortalecida, não poderemos controlar os sentidos. Se a vitalidade estiver desequilibrada, os sentidos também ficarão.

O pránáyáma é a preparação para o pratyāhāra. O elo entre e pránáyáma e pratyáhára é o prána vidyá, a técnica de manipulação da energia que foi expandida dentro do corpo através dos respiratórios e precisa trabalhar-se.

O melhor método de prána pratyáhára é uma prática que consiste em visualizar o processo da morte, em que o prána abandona o corpo, fechando os sentidos. Ramana Maharshi atingiu a iluminação fazendo isso quando era apenas um garoto de 17 anos. Deitado na sua cama, repentinamente sentiu medo de morrer. Depois visualizou seu corpo sem vida teve a certeza de que ele não era o corpo. Assim, recolheu o prána na mente (lembre que onde vai o pensamento, vai o prána), e da mente levou-o para o chakra do coração e posteriormente ao chakra coronário, atingido assim o samádhi. Sem uma prática intensa de pratyāhāra, isso não teria sido possível.

2) CONTROLE DOS SENTIDOS.
É a parte mais importante do pratyāhāra, embora isso não seja exatamente o que os meios de comunicação esperam de você. Neste presente tecnocrático estamos constantemente submetidos a um bombardeio de imagens e sons: rádio, televisão, cinema, jornais, revistas, computadores, outdoors na rua, etc. A sociedade de consumo se move através do estímulo dos sentidos do homem. Por isso, para não virar mais um fashion victim, é preciso ficar ligado.

O detalhe é que os sentidos, assim como as crianças pequenas, têm lá seus caprichos, que estão determinados pelos instintos. São eles que dizem para a mente o que fazer. Se a gente não conseguir domina-los, seremos escravos deles para sempre. Estamos tão acostumados à atividade sensorial que não conseguimos manter o mínimo controle sobre a mente. Ficamos na roda vida do cotidiano e esquecemos os objetivos essenciais.

Aquele provérbio, ‘o espírito quer mas a carne é fraca’, se aplica àqueles que não conseguem controlar os sentidos. O indriya pratyáhára nos dá as ferramentas para fortalecer o espírito e reduzir a sua dependência do corpo físico. O fortalecimento do espírito não significa repressão mas coordenação e motivação.

Somos cuidadosos em relação àquilo que comemos e às pessoas com que nos relacionamos, mas nem sempre conseguimos ter o mesmo cuidado em relação ao que entra nas nossas mentes através dos sentidos. Aceitamos passivamente as impressões sensoriais que os meios de comunicação nos enviam.

Essas impressões nos atropelam e acabam por alimentar o nosso pensamento, em uma espécie de escapismo através do qual convidamos para entrar (televisão, games e filmes, por exemplo) em nossas casas e nas nossas vidas toda sorte de monstros e aberrações que jamais aceitaríamos na vida ‘real’.

Você acha que isso não tem nenhum efeito sobre a sua mente apenas por não ser ‘real’? Sabia que foram feitas pesquisas em que ficou constatado que os filmes de terror fazem com que você esqueça mais facilmente as publicidade que a televisão te obriga a assistir nos intervalos? As emoções fortes que produz um filme de terror, por exemplo, entorpecem a mente. E uma mente torpe age de modo descuidado, insensível e até mesmo violento.

As impressões sensoriais são o alimento da mente. O substratum do nosso campo mental está formado basicamente por impressões sensoriais. Podemos perceber isso quando observamos que a mente se dirige sozinha à lembrança de uma música que ouvimos ou um filme que assistimos.

Assim como o junk food faz mal para o corpo, da mesma forma os pensamentos junk poluem a mente. O que é junk food? Comida com muito sal, muito açúcar e muito tempero, sem contar os produtos químicos. Esse excesso de tempero se deve a que como é um alimento super refinado e industrializado, não há nele prána. Não há nele vida: é, em suma, um alimento morto.

Da mesma forma, os pensamentos junk que alimentam a mente quando estamos assistindo um filme, por exemplo, precisam conter impressões fortes ? sexo e violência — para nos fazer pensar que eles são reais e nos fazer esquecer que são apenas imagens projetadas numa tela.

Não podemos subestimar o papel que jogam as impressões sensoriais na formação das nossas pessoas. Elas constróem e alimentam o subconsciente e fortalecem as latências mentais, os vrittis. Tentar meditar sem controlar previamente essas latências e suas causas é uma batalha perdida.

Recolhendo os sentidos.
Porém, felizmente, não estamos desarmados perante a voragem das impressões sensoriais, o ataque dos alienígenas sensoriais. O pratyāhāra noa dá ferramentas práticas para lidar da maneira adequada com estes alienígenas espaciais. O meio mais direto de controlar as impressões sensoriais é simplesmente fechar as portas dos sentidos e permanecer durante algum tempo desligados das ‘tomadas’ sensoriais.

Assim como o corpo se beneficia com o jejum, cortando o alimento durante um tempo, da mesma forma a mente se beneficia enormemente de um pequeno jejum sensorial. Este jejum sensorial é super simples: pode fazer-se indo para o alto de uma montanha ou, melhor ainda, sentar para meditar com os olhos fechados.

O yoni mudrá é uma das mais importantes técnicas de pratyáhára para fechar as portas dos sentidos. Consiste em bloquear os órgãos dos sentidos na cabeça: olhos, ouvidos, narinas e boca com os dedos, permitindo que a atenção e a energia se voltem para o interior. É desejável fazer esta técnica por curtos períodos, quando o corpo está energizado, como, por exemplo, logo após o pránáyáma.

Outro método bem legal de retração dos sentidos é manter os órgãos dos sentidos abertos, mas recolher a atenção deles. Assim, as impressões podem parar de agir sobre nós, mesmo que os nossos sentidos estejam ‘ligados’. O método mais comum para fazer isto é shambhaví mudrá. Shambhaví mudrá consiste em sentar com os olhos abertos, mas dirigindo a atenção para o interior. Esse redirecionamento para o interior pode fazer-se mais facilmente com o sentido da audição, como nos primeiros estágios do antar mouna.

Outra forma de limpar a mente e controlar os sentidos é colocar a atenção em uma fonte de impressões uniforme, como olhar diretamente para o céu ou o oceano durante um tempo, ou para a chama de uma vela.

Assim como o sistema digestivo pode entrar em curto-circuito se você mantiver hábitos alimentares irregulares, a nossa habilidade para digerir impressões sensoriais pode dar pau por causa das impressões excessivas.

E assim como a cura para o sistema digestivo pode passar por uma monodieta, a cura para a indigestão sensorial pode ser prestar atenção unicamente a um tipo de alimento.

Criando impressões mentais positivas.
Outra maneira de controlar os sentidos é criar impressões positivas. Há várias maneiras de fazer isto:
1) meditar sobre aspectos da natureza, como flores, montanhas, árvores, etc.,
2) visitar templos e lugares sagrados, que são depósitos de impressões positivas,
3) usar incenso, sentar frente ao fogo, despertar o lado devocional, ativar o anáhata chakra, fazer mantra, etc.

Criando impressões interiores.
Outra técnica de recolhimento dos sentidos consiste em focalizar a mente nas impressões interiores. Assim a mente se liberta da tirania que os objetos exercem sobre os sentidos. Podemos criar impressões interiores usando a imaginação, ou podemos contatar as percepções sutis, que vêm à tona quando os sentidos ficam quietos.

A visualização é a forma mais simples de criar impressões interiores. A maior parte das meditações do Yoga começa com algum tipo de visualização. Elas são formas de pratyáhára, pois limpam o campo mental das impressões exteriores e criam uma impressão positiva que pode servir como ponto de partida para a meditação.

Visualizações preliminares são úteis em qualquer tipo de meditação e também deveriam ser integradas à nossa prática diária. Um exemplo: a visualização da árvore ou da rocha que fazemos diariamente no kaya sthairyam.

3) CONTROLE DA AÇÃO.
Para complicar ainda mais as coisas, além dos órgãos dos sentidos, como os olhos ou ouvidos, temos ainda órgãos motores, como a língua e as mãos. Não podemos controlar os órgãos dos sentidos sem controlar antes os órgãos da ação, que nos vinculam diretamente com o mundo exterior. Os impulsos que entram através dos sentidos se expressam pelos órgãos da ação e isso nos leva a mais envolvimento sensorial.

Como o desejo é interminável, a felicidade consiste não em ter o que queremos, mas em não desejar nada que venha do mundo exterior. Isto é essencial para entender a tal da busca da felicidade. Está tudo dentro da gente. Não adianta procurar fora.

Assim como conseguir filtrar o que entra pelos sentidos nos dá domínio sobre os órgãos sensoriais, da mesma forma a ação correta e o trabalho correto nos dá controle sobre os órgãos motores. Isto implica o Karma Yoga, fazer as ações necessárias na vida sem esperar nenhum benefício pessoal em troca.

O karma pratyāhāra pode fazer-se entregando os nossos atos como uma forma de serviço aos demais, ou ao Purusha. Como disse Krishna na Bhagavad Gítá: ‘realiza a ação a ti devida, sem esperar nada em troca’. Você tem que agir, não esperar coisas em troca das ações que faz.

Isto é um tipo de pratyáhára. Inclui igualmente a prática de austeridade, tapas, que leva ao controle dos órgãos motores. Por exemplo, o ásana pode ser usado para controlar os pés e as mãos, o que é absolutamente essencial se formos sentar por longos períodos.

4) CONTROLE DA MENTE.
A mente é responsável pela coordenação dos órgãos dos sentidos e os órgãos motores, associando por exemplo o que os olhos vêm com o movimento da mão quando pegamos um copo na mesa. A atenção da mente é limitada e seletiva: prestamos atenção a uma coisa de cada vez. Numa rua, um menino estará atento às lojas de brinquedos, uma senhora às promoções do supermercado, um taxista à numeração das casas, etc. Ao prestar atenção a alguma coisa, naturalmente deixamos de perceber outras.

Como os animais selvagens, a energia e os sentidos podem facilmente dominar uma mente fraca. Por isso é conveniente começar a fazer pratyáhára antes de meditar.

Pátáñjali diz no Yoga Sútra: ‘quando os sentidos não estiverem mais coincidiendo com seus objetos, mas refletindo a natureza da mente, isso é pratyáhára.’ Isso é mano pratyáhára.

Vyása, o comentarista de Pátáñjali, compara a mente com uma abelha rainha, e os sentidos com as abelhas operárias. Para onde a mente for, os sentidos seguem atrás. Então, mano pratyáhára é menos sobre controlar os sentidos e mais sobre controlar o próprio pensamento.

O PRATYĀHĀRA E OS OUTROS ESTÁGIOS DO YOGA.
O pratyáhára está relacionado a todos os outros estágios do Yoga de Pátáñjali. Todos os angas, dos yamas e niyamas ao samádhi, contém algum aspecto do pratyāhāra. Por exemplo, nos ásanas de meditação, os órgãos sensoriais e motores ficam sob controle. O pránáyáma inclui também a retração dos sentidos, que se faz através da respiração. A não violência e o contentamento nos ajudam a controlar os sentidos.

Resumindo, o pratyāhāra nos dá o alicerce para as práticas mais elevadas do Yoga. É a base para que a meditação funcione. Se faz após o pránáyáma, a expansão da energia vital, vinculando o prána com a mente e levando-nos além da experiência do corpo.

O pratyāhāra também se vincula com o dháraná, a concentração. No pratyáhára recolhemos a atenção das distrações do ambiente. No dháraná focalizamos a atenção num objeto só, como um mantra. Assim, são dois aspectos da mesma função: o aspecto de desligar-se das coisas de fora, e o de voltar-se para as coisas de dentro.

Muitas pessoas, após anos e anos de prática, ficam com a sensação de que não conseguiram o que esperavam dela. Tentar meditar sem haver alcançado algum grau de pratyáhára é como tentar encher de água uma peneira. Não importa quanta água (ou energia e força de vontade na meditação) você colocar na peneira, ela ficará sempre vazia.

Os sentidos funcionam como os buracos da peneira. Se eles não forem fechados, o fruto da meditação sempre estará escapando das nossas mãos. Se você alternar períodos de meditação com outros em que vai para o outro extremo, é bem provável que você esteja precisando fazer pratyāhāra.

O pratyāhāra oferece muitos métodos para preparar a mente para a meditação. Também nos ajuda a evitar os apelos do ambiente. O pratyáhára é um maravilhoso instrumento para tomar controle da própria existência e abrir-nos para o nosso ser interior. Não podemos esquecer de inclui-lo em nossa prática.

22 respostas para “Pratyahara, o elo perdido do Yoga”

  1. Texto muito importante para todos aqueles que buscam o caminho da yoga.
    Obrigado.
    Ronald.

  2. Pelo menos uma vez por ano releio esse texto e faço questão de comentar pela terceira vez porque continuo acreditando que ele é um elo perdido no Yoga e precisa ser mais difundido perante tantos textos bons daqui.

    Dessa vez achei que merecia um destaque em negrito e aumento de fonte a frase que diz que o pratiahara é a chave para a relação entre o aspecto externo do Yoga (yama, niyama, ásana e pránáyáma) e o interno ( dharana, dhyana e samadhi).

    Colocaria um desenho de um Yogi em Yoni mudra em cima de um casco de tartaruga para ilustrá-lo … = )

    Abraços e sempre grato! Namaste! Jaya!

  3. Estou eu fazendo as minhas pesquisas sobre os yamas e nyamas, e esse texto me levou muito a me identificar com esse estágio. Texto muito rico de informação,com certeza esta contribuindo muito,gracias.Namastê.

  4. Li e comentei esse texto há dois anos atrás. Incrível como a importância dele para mim e para a comunidade do Yoga me parece ainda tão fundamental de ser ressaltada. Quem sabe uma capa na revista Prana? Jaya grato! Namastê!

  5. Estou dando aula de Teoria do Yoga , estava procurando material de Pratyhara e achei este texto maravilhoso. Foi uma grande ajuda. OBRIGADA!

  6. É preciso agradecer quando recebemos pérolas de entendimento como as que acabei de ler. Os textos clássicos por vezes são bastante difíceis e você consegue trazer as informações de maneira clara e passíveis de ser vivenciadas. Que você receba sempre muita Luz e Força para cumprir o seu Dharma. Gratidão de anahata para anahata.

  7. Excelente conteúdo!!! Engrandecedor é saber que existem pessoas éticas, à comunicação. Inclusive na internet… Parabéns pelo site. Namastê.

  8. Fala sério! Como é que um texto desse que reconhece ser um elo perdido pode ficar tão escondido no meio dessas tantas pérolas nesse site. Que irônico, quando iniciei minha prática de Yoga, umas das transformações mais intensas que ocorreram foi o despertar da sensorialidade, amei e criei como ninguém, me coloquei numa crise vocacional buscando uma ocupação onde pudesse melhor expressar a criatividade, adivinha onde? … Na Publicidade. Porém, como não tive acessso a um texto simples e claro como esse, a hora que o bicho pegou e o fruto não estava maduro pra dar conta, os sentidos estavam a abertos para sentir o outra oitava do processo e a sensorialidade passou a ser minha inimiga. Esse texto traz a devida retidão para aqueles que se empolgam com o despertar dos sentidos que o Yoga provoca. Pedruca … Harih Om redondo nos 7 chacras e no globo da consciência! Que golaço! Gratidão!

  9. Gostaria de aprender técnicas para controle da mente, como ter uma concentração livre de interferências de pensamentos não desejados.

    Grato pela ajuda.

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