Āsana, Pratique

Pachmottanasána nordestino

Puxando o ar pelas venta, estira a espinha pra riba, os ombro vão pra baixo, diminuindo as cava das saboneteira

Escrito por Tales Nunes · 1 mins de leitura >

Prática de āsana nordestino

1- Sentado, com os cambito estirado pra frente, arregaça as banda das nádega pros lado, pregando os ossinho dos quarto no chão.

2- Puxando o ar pelas venta, estira a espinha pra riba, os ombro vão pra baixo, diminuindo as cava das saboneteira.

3- Soltando o ar pelas venta, desce a espinha estirada pra frente, segura com os dedo fura bolo e maior de todos o dedão do pé.

4- Puxando o ar pelas venta, como se um cabra te puxasse pra riba com uma corda pela molêra, sinta a espinha estirar.

5- Soltando o ar, tente pregar o bucho nas coxa, levando a queixada pra perto do mocotó, sem engilhar o couro do cangote. E fique zarolho.

6- Pra sair do perrengue, volta com a espinha pra riba, puxando o ar pelas venta e levantando os braço pra riba da cabeça.

7- Soltando o ar pelas venta, arreia os braço, faz hummm e pode largá mão de ficar zarolho.

8 – Om Xente!

nordestino

॥ हरिः ॐ ॥

Tales é sergipano e professor de Yoga. A ilustração deste artigo foi feita pelo professor de Yoga Maurício Salem. Mais humor de Tales aqui.

Relembramos aos caros leitores que os editores deste site não necessariamente compartilham a opinião dos articulistas sobre as técnicas do Yoga e a maneira de executá-las.

Até mesmo se você conseguiu compreender a descrição deste exercício com este sotaque nordestino, lembre, por favor que toda prática de āsana envolve riscos potenciais e deve ser feita sob supervisão de um professor competente ou sozinho, após haver passado pelo processo de aprendizado.

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16 respostas para “Pachmottanasána nordestino”

  1. Então, galera… agradeço todos os comentários. Agora é praticar! Harih om, xente!

  2. Maravilha, mui engraçado. Realmente, o “cabra da peste” entende a linguagem do seu povo…

    Um beijo.

  3. Tales, parabéns, esse seu artigo ficou maravilhoso!

    Imprimi e vou passar para os alunos da Mais Vida.

    Felicidades e um forte abraço da sua amiga Angela e de toda a galera de Aracaju.

    Namastê.

  4. Bárbaro!… Nada como se fazer entender! Vou colocar no meu mural aqui em Maceió. Bjs, e obrigada pelo trabalho.

  5. Êta Cabra arretado… Nordestino até no úrtimo… Mas Yoga é bom de qualquer jeito, até do jeito nordestino…

    Parabéns pela criatividade e originalidade.

  6. Oi, meu irmão. Muito bom o seu texto, adorei. As aulas estão muito boas. O pessoal manda lembranças sempre! Um abração procê. Até mais!

    Om Xente.

  7. Esse é o cabra que eu conheço e que todos nós gostamos, com seu humor gostoso que faz a gente rir bastante e muita criatividade. Legal, Tales, o seu Yoga nordestinizado. Fico muito orgulhosa de você, meu filho querido. Que você continue assim, fazendo as pessoas rirem e rindo muito também, que é uma forma maravilhosa de sentir o mundo. Te amo muito! Denise.

  8. Muito engraçada a descrição do ásana com as designações típicas do nordestino. Ao mesmo tempo que lia, me lembrava de meu pai falando, pois ele é potiguar. Mas o interesante dessa brincadeira é nos mostrar que, indiferente do sotaque ou idioma, o Yoga é universal. Puxando ar pelas venta ou inalando, não importa, é prana que assimilamos. E a respeito de certa polêmica sobre se fala yóga ou yôga, isso também não vai mudar o resultado final para aquele que pratica com entusiasmo.

    Shanti, Shanti, Shanti.
    Não se avexe, não se avexe, não se avexe.

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