Meditação, Pratique

Antar Mouna — Silêncio Interior: Estágio I

Se o sucesso na meditação dependesse do silêncio exterior, seria uma tarefa impossível. Entretanto, já que não podemos conseguir um ambiente com silêncio absoluto, usamos uma técnica para criar silêncio interior.

· 10 mins de leitura >
Antar Mouna

O que é antar mouna?

Se o sucesso na meditação dependesse do silêncio exterior, seria uma tarefa impossível.

Se o silêncio exterior fosse uma condição indispensável para praticar, teríamos que criar câmaras especiais a prova de som, que pudessem ainda ser transportadas quando fossemos viajar.

Se não tivéssemos esse recurso para nos isolar do mundo, estaríamos travando mais uma batalha perdida, nos debatendo e tentando lutar contra o barulho do trânsito na rua ou o som daquele telefone que esquecemos de desligar antes de sentar para meditar.

Entretanto, já que não podemos conseguir um ambiente com silêncio absoluto, usamos uma técnica para criar silêncio interior.

Esse silêncio interior nos ajuda a eliminar os obstáculos dos ruídos exteriores.

Assim, podemos praticar sem precisar nos mudar para o gelo eterno dos Himalaias. Onde, por sinal, o vento e a água que descem dos glaciares fazem um barulho ensurdecedor.

O silêncio interior

Antar mouna significa silêncio interior. É uma das práticas mais importantes do Yoga, pois nos ensina a estabelecer um saudável distanciamento em relação ao diálogo mental.

É uma ótima maneira de começar a meditar, pois, ao invés de ficar lutando com a mente, você apenas a observa.

É uma técnica excelente para quem não consegue ainda concentrar-se em objetos de meditação abstratos, como símbolos psíquicos ou visualizações.

Porém, o antar mouna é muito mais do que isso. Ao longo das suas diversas fases começam a surgir lembranças, experiências, sentimentos ou pensamentos reprimidos e esquecidos, mas nem sempre resolvidos.

Essas latências subconscientes, chamadas saṁskāras, determinam as nossas atitudes, formas de pensar e agir.

São obstáculos poderosos que barram a evolução e produzem sofrimento: tentar controlá-las equivaleria a tentar controlar uma intoxicação alimentar.

Da mesma forma que um alimento inadequado envenena o organismo, os saṁskāras poluem a psiquê.

Toda lembrança, pensamento ou sentimento pode servir para o autoconhecimento ou para alimentar e reforçar ainda mais a ignorância.

A boa notícia é que não precisamos fazer nada em relação aos saṁskāras: quando nos firmamos na testemunha equânime que somos e reconhecemos o espaço que existe entre o observador que somos e aquilo que observamos, eles simplesmente perdem a força.

Como funciona o antar mouna?

O antar mouna nos ensina a mitigar o conflito interior causado pelos saṁskāras e a estabelecer uma relação distante com o diálogo incessante da mente. Nos ensina a respeitar a mente e aceitar os seus conteúdos.

Nos ensina a ver-nos como a testemunha imparcial que somos, aceitando as experiências e reações da mente e, posteriormente, aprendendo a dar um comando a elas.

Lembranças, medos, pensamentos e sentimentos ocultos durante anos emergem um a um, se debilitam e desintegram. Em muitos casos aparece o medo. Ele determina muitos pensamentos e ações.

O processo de substituição desses conteúdos aflitivos por seus opostos aparece no Yogasūtra (II:29,30) de Patañjali: “Quando surgirem pensamentos indesejáveis, estes podem ser vencidos convivendo-se com seus opostos.

“Os pensamentos indesejáveis, assim como os de agressão (…), são frutos da ignorância e sempre acabam em sofrimento infindável. [Por isso é necessário convivermos com seus opostos]”. Este é um processo de purificação psíquica muito efetivo, chamado cittaśuddhi.

A psicoterapia, especialmente a Gestalt, procura fazer a mesma coisa. A psicoterapia diz: “agora que você identificou e desintegrou seus fantasmas, está pronto para ter uma vida mais feliz”.

Já o Yoga diz: “agora você está pronto para ter uma vida mais feliz, e empreender a parte mais emocionante da aventura humana: meditar de verdade.”

Por quê? Porque seja qual for a polaridade dos pensamentos, se desejáveis ou indesejáveis, quando reforcamos a identificação com eles terminamos sempre no sofrimento.

Diz Patañjali a esse respeito: “Tudo provoca dor para o sábio: sejam as latências, as experiências ou suas conseqüências, ou a interação entre os estados da realidade (guṇas). A dor que ainda não surgiu deve ser evitada”. Yogasūtra, II:15-16.

O saṁskāra é o conjunto das raízes profundas dos condicionamentos do ser, de caráter kármico e inato, que se estruturam em malhas subconscientes. Perpetua-se através das gerações por herança histórica, cultural ou étnica, afetando a todos os indivíduos.

Estamos condicionados a agir sempre em consonância com o saṁskāra, que funciona como um modelo padrão de comportamento. J. Woodroffe dá o exemplo de uma tira de borracha que, embora possa assumir as mais diversas formas, sempre tenderá a retomar a original.

As vāsanās (lit., perfume) são as latências subconscientes. O cheiro que uma flor deixa em um pano é a vāsanā dessa flor: mesmo depois de retirá-la, o perfume permanece.

As vāsanās constituem um colossal obstáculo para o meditante, pois a vida subconsciente é um fluxo constante de impressões latentes que dão corpo aos vrittis.

Estes, por sua vez, determinam as ações do indivíduo (karma) e assim entra-se num triângulo vicioso: os condicionamentos determinam os pensamentos, que determinam as ações, que reforçam os condicionamentos, que determinam os pensamentos, que provocam as ações, e assim por diante:

saṁskāra -> vṛtti -> karma ->
saṁskāra -> vṛtti -> karma ->
saṁskāra -> vṛtti -> karma ->…

Para atingir a cessação da identificação com os conteúdos psíquicos (cittavṛtti nirodhaḥ), como propõe Patañjali, é necessário aniquilar essas tendências através do distanciamento, a não-identificação e a auto-observação.

O alvo do antar mouna é observar o processo que alimenta o pensamento através dos sentidos e a atividade subconsciente (o saṁskāra e as vāsanās, que dão corpo à vida psíquica).

Após haver traçado o perfil dessas latências, a técnica serve para fazer surgir os ‘pensamentos indesejáveis’, os vṛttis que Patañjali menciona.

Em seguida, evocar as lembranças associadas a esses pensamentos e reviver as situações que as provocaram, esgotando-as e indo até o final delas, mantendo o tempo todo o estado da consciência testemunha (sakṣi).

Isso produz uma purificação da consciência (cittaśuddhi) que culmina na inversão dos padrões de comportamento e nos condicionamentos que os originam.

Reprogramar é substituir esses ‘pensamentos indesejáveis’ pelos seus opostos, com ensina Patañjali.

Isolar a causa raiz do vṛtti, conhecer, observar, desenterrar, entender, limpar, reorganizar, substituir e, finalmente, esvaziar.

Mudar a perspectiva emocional ou mental, transformando a sua significação. Não há nada definitivo: como diz o sábio, “isto também passará”.

Ou seja, conhecer o saṁskāra, substituir as coisas ruins por outras boas e, posteriormente, eliminar também as boas. Depois disso, está-se preparado para que a meditação dê resultados a curtíssimo prazo.

C. G. Jung disse que “ninguém se ilumina imaginando figuras de luz ou preenchendo a mente com concepções teosóficas, mas sim tornando e escuridão consciente,” levando luz para onde há trevas, iluminando as áreas escuras do ser.

Removidos os obstáculos, a luz se revela. Resumindo, este processo de concentração tem seis passos:

1) observar,
2) acessar,
3) evocar,
4) compreender,
5) desidentificar,
6) meditar.

Na meditação surge a experiência de ānanda, um bem-estar que é reflexo da felicidade que é a própria identidade de todos os seres. Mas quanta felicidade?

“[O yogin] conheceu assim, o Ilimitado como Felicidade, pois da Felicidade todos os seres vivos surgem. Tendo nascido da Felicidade, são por ela sustentados, movem-se [vivem] e absorvem-se na Felicidade”. Taittirīyopaniṣad, III:6.1.

Como meditar?

O antar mouna é um processo em seis estágios. Este é o primeiro dos três que disponibilizamos neste website. Recomendamos que você pratique os outros três estágios pessoalmente, com um professor.

Faça cada uma destas práticas por 10 dias pelo menos, antes de passar para a próxima. Pratique o segundo e o terceiro estágios do antar mouna aqui e aqui.

Antar mouna, estágio I

Tempo: 25 a 35 minutos
Nível: básico

Sinopse: comece tomando consciência dos seus sentidos e como eles conectam você com o mundo exterior. Observe os sons do ambiente. Depois, contemple o som da sua respiração. Assim você desenvolve a capacidade de observar os pensamentos, sem identificar-se com eles.

A mente pára de ser perturbada por distrações exteriores. Após praticar esta técnica algumas vezes, passe ao estágio II. Recomenda-se fazer antar mouna após o prāṇāyāma, quando alguns conteúdos subconscientes interessantes podem vir à tona.

॥ हरिः ॐ ॥

Sente numa posição confortável, com as costas eretas. Inspire profundamente e vocalize o mantra Oṁ durante três fôlegos: Oṁ, Oṁ, Oṁ. Consciência total no seu corpo físico: no corpo inteiro e no ásana.

Tome consciência da sua espinha dorsal, que está totalmente ereta, sustentando o pescoço e a cabeça. Tome consciência da posição equilibrada dos braços e pernas. Consciência total no seu corpo inteiro, dos pés à cabeça (1/2 minuto em silêncio).

Agora visualize o exterior do corpo. Como se você estivesse se vendo num espelho. Veja seu corpo na posição de meditação. Pela frente.

Pelo lado direito. Pelo lado esquerdo. Por trás. Por cima. E então, de todos os lados ao mesmo tempo. Esteja consciente do corpo. Consciência total no seu corpo inteiro. O corpo inteiro, como uma unidade.

Depois, imagine-se como se estivesse crescendo desde o chão. Como uma árvore. Suas pernas são as raízes da árvore. O resto do corpo é o tronco. Você está crescendo a partir do chão, fixando-se no chão.

Absolutamente estável. Absolutamente imóvel. Como se fosse uma árvore enorme e forte. Perceba-se, vivencie-se crescendo a partir do chão.

Fixando-se no chão. Unindo-se com o chão. Você está absolutamente estável. Absolutamente imóvel. Consciência intensa (1/2 minuto em silêncio).

Tome consciência das sensações físicas que o seu corpo experimenta. Consciência total em todas as sensações físicas. Permita que estas sensações se transformem num foco para o seu pensamento. Consciência total.

Concientize-se das partes do corpo, começando pela cabeça. Visualize a sua cabeça e mantenha consciência total nela.

Faça o mesmo com o pescoço. O ombro direito. O ombro esquerdo. O braço direito. O braço esquerdo. A mão direita. A mão esquerda. Permaneça consciente.

As costas inteiras. O peito. O abdômen. O glúteo direito. O glúteo esquerdo. A perna direita. A perna esquerda. O pé direito. O pé esquerdo.

O corpo inteiro de uma só vez. Consciência total no seu corpo inteiro. O corpo inteiro, como uma unidade (1/2 minuto em silêncio).

Agora faça o saṅkalpa: tome a resolução de permanecer absolutamente estável e imóvel durante toda a prática.

Repita mentalmente: ‘durante toda a prática fico absolutamente estável, absolutamente imóvel. Absolutamente estável e imóvel.’

Fique atento aos sinais de desconforto do corpo. Consciência total em todos os sinais de desconforto: dor, coceira, formigamento, necessidade de deglutir saliva, o que for. E permaneça absolutamente firme e imóvel.

Quando você se prepara para permanecer atento e evitar todo e qualquer movimento, o corpo permanece imóvel e firme como uma estátua.

E você percebe uma sensação de muita leveza. Se houver algum movimento inconsciente, tome consciência desse movimento.

Torne-o consciente. Consciência total no corpo e na estabilidade. Consciência total no corpo e na imobilidade.

Seu corpo está totalmente estável e imóvel. Absolutamente firme e descontraído. Esta é a forma da sua consciência agora (1/2 minuto em silêncio).

Você está preparado para manter esse estado. Sinta seu corpo ficando mais e mais firme. Tão firme que, depois de algum tempo, você não consegue mais se mexer.

Consciência total no corpo e na rigidez. Consciência total no corpo e na firmeza. Seu corpo está absolutamente firme.

Firme, porém, perfeitamente descontraído e relaxado. Absolutamente imóvel. Consciência intensa (1/2 minuto em silêncio).

Ao manter a consciência centrada, você sente o seu corpo ficar cada vez mais leve, cada vez mais sutil. Tão leve e sutil, que a consciência do corpo se esvai.

A consciência do corpo se esvai (1/2 minuto em silêncio). Este é o momento para levar a consciência para os sons à sua volta.

Atenção total num som de cada vez. Escolha um som dos que você está percebendo. Mantenha-se totalmente concentrado neste som.

Não analise o som. Não tente localizá-lo. Apenas observe. Consciência total num som apenas (1/2 minuto em silêncio).

Quando a sua mente perder interesse neste som, escolha outro e fixe-se nele. Desta forma, movimente-se de som para som. Consciência total e absoluta (3 minutos em silêncio).

Agora coloque a atenção no ritmo natural da sua respiração. Consciência total no ritmo natural da sua respiração, sem interferir nela. Observe o ar entrando e saindo pelas narinas.

Quando o ar entrar, esteja ciente: ‘estou inspirando’. Quando o ar sair, esteja ciente: ‘estou exalando’. Consciência total e absoluta no ritmo natural da sua respiração. Consciência intensa (3 minutos em silêncio).

Coloque novamente a atenção nos sons à sua volta. Escolha um som dos que você está percebendo neste momento.

Mantenha-se totalmente concentrado neste som. Quando a sua mente perder interesse nele, escolha outro. Consciência total e absoluta, um som de cada vez (2 minutos em silêncio).

Volte a atenção para o ritmo natural da respiração. Consciência total a absoluta no ritmo natural da sua respiração, sem interferir nela. Seja consciente de que está inspirando.

Seja consciente de que está exalando. Observe o ar entrando e saindo pelas narinas. Consciência intensa (2 minutos em silêncio).

antar mouna

Novamente traga a atenção para os sons do ambiente. Escolha um som e mantenha a sua atenção nele. Mantenha-se totalmente concentrado.

Quando a sua mente perder interesse neste som, escolha outro e fixe-se nele. Consciência total e absoluta, um som de cada vez (2 minutos em silêncio).

Fixe a sua consciência no ritmo natural da respiração. Consciência contínua e intensa no ritmo natural da sua respiração, como uma testemunha. Sinta o ar fluindo, entrando e saindo pelas narinas.

Consciência total e absoluta no ritmo natural da sua respiração. Atenção total (2 minutos em silêncio).

Novamente traga a atenção para os sons do ambiente. Escolha um som e mantenha a sua atenção nele. Ao sentir que está perdendo o interesse, concentre-se noutro som. Consciência intensa, sempre num som de cada vez (2 minutos em silêncio).

Coloque a atenção no ritmo natural da sua respiração. Consciência total e intensa no ritmo natural da sua respiração, sem interferir, como uma testemunha.

Esteja ciente de que está inspirando. Esteja ciente de que está exalando. Consciência contínua e absoluta (2 minutos em silêncio).

Agora, ao concluir a prática, vincule a sua consciência com o exterior. Sinta a sua respiração. Perceba que você respira não apenas com os pulmões, mas com todo o corpo.

Fique atento ao momento presente, aos seus sentimentos. Então, movimente-se devagar. Abra os olhos. A prática de antar mouna está completa. Oṁ śāntiḥ śāntiḥ śāntiḥ. Hariḥ Oṁ.

॥ हरिः ॐ ॥

Como fazer antar mouna usando este roteiro?

O texto acima pode usar-se como modelo de elocução. Você estuda a técnica e grava a sua própria voz, lendo pausadamente (uma frase a cada quatro segundos, aproximadamente) e respeitando os tempos que aparecem sugeridos entre parêntesis (ou reduzindo-os proporcionalmente).

Outra opção é fazer pequenos grupos de meditação com seus amigos, onde cada um pode usar os textos como orientação para dar a prática para os outros.

Se você for professor de Yoga, poderá igualmente usar essa prática nas suas aulas, tomando o cuidado de escolher a técnica mais adequada para cada pessoa ou grupo.

॥ हरिः ॐ ॥

Pratique também o segundo e o terceiro
estágios do antar mouna aqui e aqui.

॥ हरिः ॐ ॥

Pedro nasceu no Uruguai, 54 anos atrás. Conheceu o Yoga na adolescência e pratica desde então. Aprecia o o Yoga mais como uma visão do mundo que inclui um estilo de vida, do que uma simples prática. Escreveu e traduziu 10 livros sobre Yoga, além de editar as revistas Yoga Journal e Cadernos de Yoga e o website www.yoga.pro.br. Para continuar seu aprendizado, visita à Índia regularmente há mais de três décadas.
Biografia completa | Artigos

11 respostas para “Antar Mouna — Silêncio Interior: Estágio I”

  1. Olá.

    Gostaria de saber quando tempo eu faço o primeiro estágio do antar mouna para poder passar para o segundo, e do segundo para o terceiro.
    Os três estágios finais só podem ser com a presença de um professor. O meu professor de Kundalini Yoga não conhece este método. Em Fortaleza-Ce tem alguém com este conhecimento.
    Desde já agradeço.

  2. Olá.

    Gostaria de saber quando tempo eu faço o primeiro estágio do antar mouna para poder passar para o segundo, e do segundo para o terceiro.
    Os três estágios finais só podem ser com a presença de um professor. O meu professor de Kundalini Yoga não conhece este método. Em Fortaleza-Ce tem alguém com este conhecimento.
    Desde já agradeço.

  3. Olá Pedro, Fiquei muito entusiasmado com o artigo e com o site. Pratico Kriya Yoga há 3 meses e inicia as aulas de Yoga também. Fiquei muito interessado no antar mouna pq durante a Kriya muitas vezes minha mente entra em turbilhão, gostaria se uma sugestão de combinar ou momento oportuno para realizar a prática. Faço a Kriya pela manhã, pelo menso 30 minutoas apos o cafe e a noite antes de me deitar. Pretendo fazer a Kriya logo ao levantar mas ainda não tenho conseguido. Abraço.

  4. Boa noite! Poderiam me indicar um local onde possa estudar Antar Mouna em Salvador/ba? Grata!

  5. Pratica-se sentado ou deitado? Gratidão!
    ==============================
    Pratica-se sentado, Tatiana. Namaste.

  6. Boa tarde. Acabei de fazer o relaxamento guiado Antar Mouna – Estágio I e amei.
    Muito obrigada a essa equipe.
    Belaniza

  7. Olá!
    Tenho praticado meditação e relaxamento profundo por um vídeo que encontrei por acaso no You Tube. Esse vídeo é precisamente Antar Mouna estágio I.
    É nível básico tal como descrito por vós! É certo que minha prática sobre esta matéria me tem feito muito bem. (todos os dias antes de me deitar faço essa meditação).
    A minha questão é a seguinte, desde já peço vossa ajuda: Tomei conhecimento que Antar Mouna, (silêncio interior), tem 6 estágios. Conheço agora um desses estágios, ( o estágio I ).
    Será possível que vós, senhores responsáveis, me ajudeis a tomar conhecimento dos outros 5 estágios mais avançados? Agradeço vossa amabilidade e disponibilidade, Obrigado.
    Bem-haja!

    ===========================

    Caro Carlos,

    Eis o que temos disponível sobre antar mouna neste website:

    http://www.yoga.pro.br/artigos/343/2/antar-mouna-estagio-i

    http://www.yoga.pro.br/artigos/612/2/antar-mouna-estagio-ii

    http://www.yoga.pro.br/artigos/611/2/antar-mouna-estagio-iii

    Recomenda-se praticar os demais estágios em presença de um professor.

    Namaste.

    Pedro Kupfer.

    1. Sr. Pedro Kupfer,
      agradeço sua amabilidade.
      Obrigado. Bem-Haja.
      Namaste

  8. Estou começando o relaxamento guiado do sankalpa e antar mouna I, para meus medos e anaiedades. Espero ter resultados em breve. Agradeço a oportunidade e as instruções.
    Tânia Montenegro

  9. Muito bom dia para toda a equipe do yoga.com

    Agradeço pelas informações apresentadas no site, inclusive no tópico sobre medo pelo qual me valeu muito e sinceramente agora em 2008 pretendo fazer Yoga para aprimoramento pessoal, parabéns por toda a equipe.

    Fraternalmente,

    Carlos Augusto.

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