Pedro nasceu no Uruguai, 58 anos atrás. Conheceu o Yoga na adolescência e pratica desde então. Aprecia o o Yoga mais como uma visão do mundo que inclui um estilo de vida, do que uma simples prática. Escreveu e traduziu 10 livros sobre Yoga, além de editar as revistas Yoga Journal e Cadernos de Yoga e o site yoga.pro.br. Para continuar seu aprendizado, visita à Índia regularmente há mais de três décadas. Biografia completa | Artigos
Esta breve prece serve para lembrar do privilégio que é termos esses incríveis órgãos de ação que são as nossas mãos, e do ainda maior privilégio que é sermos dotados de livre arbítrio para poder usá-las.
O shanka prakshalana é uma formidável técnica de desintoxicação e purificação, que consiste em fazer uma autolavagem completa do trato digestivo e intestinal. A técnica em si é bastante simples: consiste em beber água levemente salgada, no PH fisiológico, para que não seja absorvida pelo organismo.
Hoje em dia, está na moda ficar. Pessoas ficam. Por exemplo, ouvimos dizer que Fulano ficou com Sicrana. Demorei um pouco para entender o que era esse tal de ficar
Qual é a Relação Entre Yoga e Hinduísmo? Essa é a pergunta que não quer calar. Muitas pessoas se sentem confundidas quando olham para o Yoga dentro da cultura na qual ele nasceu.
Yoga Haveli é o novo espaço de práticas, cursos e eventos de Yoga de Ângela Nardi e Pedro Kupfer. Localizado em São Pedro da Cadeira, no Município de Torres Vedras, fica a 45 minutos de Lisboa e 9 minutos da Ericeira.
A imagem do Yoga que se projeta através dos selfies de āsanas intimida pessoas que se sentem acuadas pelo grau de dificuldade das ações ilustradas. O problema é que o tema não se limita ao mundo da publicidade: esse tipo de imagem é ubíqua também em redes sociais, publicações e blogs. Isso aponta para uma distorção alarmante.
Existem muitas maneiras diferentes de se fazer a saudação ao sol. Apresentamos aqui apenas uma dessas possibilidades. Idealmente, cada um de nós deveria encontrar a sua forma pessoal de fazer esta sequência.
A atenção ao tempo de permanência nos āsanas é muito importante para praticar em segurança.
Era uma vez um grande erudito que morava em Allahabad. Era muito versado nas escrituras e também dado à indolência e aos prazeres da mesa. Um dia precisou cruzar o Ganges.
O devoto adora seus deuses, mas qual é o lugar que ocupam esses deuses na prática de Yoga? Noutras palavras, quem é “aquele que as pessoas veneram”? Por que fazemos pūjās para Kṛṣṇa, Gaṇeśa, Sarasvatī? Como interpretar essas pūjās à luz da Upaniṣad? Rāma, Śiva, Lakṣmī, são Brahman ou não? Depende de como você interpretar estes nāmarūpas, estes nomes e formas.
Conhecido, amado, o lar de todos os seres. Saudações, saudações, saudações, sou Śiva. Como consciência e plenitude, sou Śiva.
Qual é o limite entre criatividade e tradição? Até onde poderíamos usar nossa liberdade pessoal como yogis sem deformar o que aprendemos com nossos professores? Acredito que a resposta a estas questões esteja na correta compreensão do que o Yoga é, e da maneira em que ele funciona. Lembremos então que o Yoga tradicional é uma forma de vida que abrange duas dimensões.
Você certamente já ouviu falar sobre o pensamento positivo. Mas já parou para pensar se ele é mesmo eficiente? Pensar apenas positivamente é como dirigir um carro achando que basta ter um acelerador funcional. Se quisermos chegar vivos ao nosso destino, no entanto, não podemos esquecer de usar o freio quando for necessário. Qualquer pessoa […]
O Absoluto não tem atributos. As palavras que se usam para apontar para o Ilimitado não são o Ilimitado, nem são atributos dele. São apontadores que indicam o Absoluto. Você pode compreender o Ilimitado através da compreensão do Universo como um atributo circunstancial dele. O Ilimitado é manifestado na forma do Universo, transitoriamente. Existia antes, existe agora, existirá depois.
Este é um assunto importante e delicado, que sempre se menosprezou. Ao que parece, os yogis do século XXI estão tão ocupados nos seus misteres, que esqueceram ou passaram a considerar desnecessário deter-se em detalhes aparentemente insignificantes como não mentir ou cultivar o contentamento.