Pedro nasceu no Uruguai, 60 anos atrás. Conheceu o Yoga na adolescência e pratica desde então. Aprecia o o Yoga mais como uma visão do mundo que inclui um estilo de vida, do que uma simples prática. Escreveu e traduziu 10 livros sobre Yoga, além de editar as revistas Yoga Journal e Cadernos de Yoga e o site yoga.pro.br. Para continuar seu aprendizado, visita à Índia regularmente há mais de três décadas. Biografia completa | Artigos
A solução é fácil: faça menos. Simplifique, aprenda a parar. Evite a primeira reação. Conte até 10. Não se leve tão a sério. Brinque mais. Ajude os demais. Tire seu ego do centro das atenções durante alguns momentos a cada dia.
Esta sequência está dividida em duas partes. A primeira destina-se àqueles que precisem relaxar, remover tensões e descontrair a região cervical, numa crise de dor. A segunda parte visa a estabilizar e fortalecer a cervical, e só deve ser praticada por aqueles que não estejam sentindo dor no momento da prática.
Esta prática de āsanas visa a estabilizar e fortalecer a cervical, e só deve ser praticada por aqueles que não estejam sentindo dor. Como há muitas causas diferentes para dores nesta área, as soluções para aliviá-las devem ser igualmente diferentes. Esteja pronto para escutar seu corpo ao longo das práticas e adaptar o que seja necessário. É importante adequar ou até mesmo eliminar posturas ou movimentos desta sequência que possam produzir dor. Esforce-se, sem forçar.
Este exercício de purificação é ótimo para aumentar o fogo digestivo, fortalecer e estabilizar a musculatura do abdômen e estimular o movimento peristáltico. Igualmente aumenta a saúde e vitalidade dos órgãos internos e promove uma massagem estimulante nas glândulas do sistema endócrino vinculadas do tronco, como o timo, o pâncreas, as suprarrenais e as gônadas.
O corpo precisa purificar-se através de exercícios que transcendem a noção de higiene fisiológica pura e simples. O corpo precisa limpar-se através de exercícios que transcendem a noção de higiene fisiológica pura e simples. Karma significa atividade. Ṣaṭ é o número seis. O nome ṣaṭkarma deriva do fato de que, originalmente estas técnicas eram somente seis.
Uma vez, o rei Viśvāmitra fez uma caçada numa densa floresta ao pé do Himalaia. No fim da jornada, tanto ele quanto sua tropa estavam na mais absoluta exaustão, morrendo de fome e sede. Andando por uma trilha, chegaram na caverna do grande sábio Vasiṣṭha, não longe da atual cidade sagrada de Rishikesh, e a ele pediram refúgio, água e alimento.
O poder do livre arbítrio sempre é justo e adequado para nós. Só precisamos assumir a responsabilidade por ele. Dotar o ser humano de livre arbítrio não é como dar um carro sem freios para um adolescente rebelde. Nesse sentido, Īśvara, a inteligência universal, não joga aos dados, como disse Einstein uma vez. O poder do humano pode criar ou destruir.
Os caminhos do karma podem parecer complexos, mas uma coisa é certa: cada fruto de cada ação é entregue pelas leis de Īśvara, que são sempre justas e adequadas. Assim, quando penso nos meios que escolho usar para conquistar os fins que me proponho, preciso levar em consideração o bem comum. Pensar que o fim justifica os meios é a pior maneira possível de olhar para as coisas no caminho da espiritualidade.
O objetivo da meditação é obter a aniquilação dos saṁskāras, as crenças e condicionamentos que nos paralisam. A mente é a ferramenta. Procure conhecer esses saṁskāras. Tome consciência deles. Não tente controlar ou limitar a mente: fique amigo dela. Se você aceitar tudo o que vier dela e conseguir manter-se separado desses conteúdos, irá vencer a subjetividade e encontrar a paz.
Se sete ou mais dos ítens desta lista forem descritivos do seu guru ou mestre espiritual, existe uma grande chance dele não ser tão iluminado quanto alega. Ainda, você corre o risco de estar se relacionando com alguém potencialmente nocivo.
Como professor de aritmética, você não quer que seus alunos "acreditem" que 2+2=4, mas que compreendam o conceito de adição e possam fazer futuramente suas próprias contas e aplicar esse conceito para resolver questões práticas na vida. Isso exclui a fé, ou a crença na palavra de quem ensina.
Estes mantras podem ser feitos junto com os doze movimentos do sūrya namaskāram, a saudação ao sol tradicional, associando igualmente esses movimentos com a respiração.
Diferentemente do que possa parecer à primeira vista, este mantra não é precisamente um agradecimento, mas uma maneira de tomar consciência do significado do ato de nutrir-se. Consiste em levar a mesma consciência da unidade que permeia todas as coisas para o nosso prato. Podemos fazer ele mentalmente com os olhos fechados, o que irá nos levar apenas algumas respirações profundas à beira da mesa, ou ainda verbalizá-lo em voz alta se preferirmos.
O grande segredo, se há um neste jogo, é reconhecer que as mudanças fazem parte da própria dança da vida, mas nenhuma delas poderá trazer para nós felicidade, pois felicidade é o que já somos. Seria sábio lembrarmos disso a cada momento.
Os mantras são “traduções” da inteligência criativa, Īśvara. Nas Upaniṣads, o próprio mantra Oṁ, por exemplo, é considerado uma espécie de símbolo sonoro, de “corpo” em forma de som, de Īśvara, a Criação.