Pedro nasceu no Uruguai, 58 anos atrás. Conheceu o Yoga na adolescência e pratica desde então. Aprecia o o Yoga mais como uma visão do mundo que inclui um estilo de vida, do que uma simples prática. Escreveu e traduziu 10 livros sobre Yoga, além de editar as revistas Yoga Journal e Cadernos de Yoga e o site yoga.pro.br. Para continuar seu aprendizado, visita à Índia regularmente há mais de três décadas. Biografia completa | Artigos
O Gāyatrī é um dos mantras mais célebres e potentes da ciencia do som sutil, presente no Yoga e noutras expressões da espiritualidade indiana, desde o hinduísmo ao budismo, do jainismo ao sikhismo.
O machismo é endêmico: está em todas partes na nossa sociedade e, desafortunadamente também bastante presente nos ambientes do Yoga. Negar esse fato é contribuir ativamente para os estupros, femicídios e agressões que preenchem o noticiário. É preciso fazer alguma coisa. O grande Albert Einstein disse uma vez que os “problemas não podem ser resolvidos […]
Muitas vezes pensamos que o status da mulher nas sociedades antigas tenha se mantido mais ou menos estável, sempre ou quase sempre por baixo da posição do homem, submissa e escrava, como uma espécie de objeto sem vontade própria nem direito de decidir sobre a própria vida. Embora isso possa ser verdadeiro em relação às sociedades dominadas pelas religiões abraâmicas, houve exceções no passado, como foi o caso da sociedade etrusca, o da hindu e outras onde predominou o matriarcado.
Na esteira de uma série de recentes escândalos envolvendo condutas criminosas por parte de famosos professores de Yoga, cabe uma reflexão aqui para voltarmos ao básico do básico.
As diversas correntes da variada tradição hindu apresentam distintas interpretações sobre quem são e qual é a função dos Avatāras. O termo Avatāra significa “Aquele que Desce”, e indica uma encarnação terrestre de Viṣṇu
Se você visitar a Índia, verá freqüentemente imagens do deus Śiva cavalgando um touro branco, Viṣṇu voando sobre uma imensa águia ou Sarasvati atravessando o universo num belo cisne. E, certamente, o que mais irá chamar sua atenção, é o fato de que Gaṇeśa, o deus com cabeça de elefante, cavalga um rato. Você poderá perguntar: mas porquê um rato?
Mahavakya é o conjunto das quatro grandes afirmações vêdicas. São aforismos que aludem de diferentes maneiras ao Ser, sintetizando a essência do conhecimento yogik
Este é o célebre e belo Mahiṣāsura Mardini Stotram, também conhecido como Ayi Giri Nandini, um stotra em 20 versos em louvor à Mãe Divina.
Voltei recentemente de uma temporada de estudos na Índia, onde o Yoga é uma prática baseada em princípios filosóficos milenares. Diferentemente dos ocidentais, os yogues daquele país estão mais preocupados em saber o que você faz para melhorar o mundo que em conhecer suas ideias.
Este respiratório ativa a narina de polaridade negativa, īḍāṇāḍī, simbolizada pela imagem da lua, e associada à cor azul, à introspeção e à feminilidade
Este exercício ativa a nadi solar, pingala, de polaridade positiva, simbolizada pelo fogo, o Sol, a natureza ativa, forte e ascendente
Esta é a compensação da postura invertida sobre os ombros (sarvangásana)
Ha paralelismos insuspeitados e surpreendentes entre a visão do dharma e a de alguns filósofos ocidentais, como é o caso de Immanuel Kant. Ele foi um dos filósofos mais importantes da Alemanha no século XVIII.
O Yoga vê o homem como um reflexo do macrocosmos. A energia criadora que engendra o Universo manifesta-se no homem, que não está separado nem é diferente dela. O nome dessa energia é kundaliní.
“Quando se contempla o Brahman ou Prakṛti como um corpo de luz, isto é meditação jyoti. Quando se contempla o Brahman como um bindu (ponto), e a força kuṇḍalinī, isto se chama contemplação sūkṣma ou sutil.