A típica percepção pública do Yoga tem mudado significativamente em anos recentes. Este artigo se refere a natureza destas mudanças, comparando o Yoga tradicional dos sábios da antiguidade com as revisões modernas. O artigo também inclui citações de nove diferentes professores cujos nomes são muito conhecidos
Não sou humano, nem anjo nem demônio. Não sou brâmane nem guerreiro, nem comerciante nem artesão. Não sou brahmacari nem casado (gṛhasta), nem aposentado nem renunciante. Na forma de bodha, a consciência, sou Åtma, cuja natureza é a consciência ilimitada.
Há pessoas tão sensíveis, mas tão sensíveis, que são incapazes de lembrar que existe gente que sofre. Assim, a melhor solução que concebem é ignorar por completo a dor alheia, para não sofrer elas mesmas. Esse tipo de indiferença e passividade, infelizmente, é visto com alguma frequência no meio do Yoga.
Você lê tantos livros para saber tudo Mas nunca lê seu próprio coração. Você corre para os lugares sagrados Mas nunca entra no altar do seu coração. Você é rápido para condenar o demônio Mas o orgulho é uma batalha que nunca venceu.
Amor é uma expressão de ānanda, da sua própria felicidade. Quando você age de maneira amorosa, as suas ações retornam para você na forma de amor. Assim você aprende a amar. Você não vai ser amado pedindo para as pessoas que lhe amem, mas agindo amorosamente.
Se me privar de algo que gosto, o desejo não desaparece simplesmente. Desejos não saciados podem desvanecer-se com o tempo, mas às vezes isto não acontece. Tentar livrar-se deles pela mera repressão parece inútil porque eles podem permanecer por anos.
A prática durante a gravidez nunca é igual à que faziamos antes de começar esse processo. Ela pode variar bastante, tendo em conta a idade, o estado físico e psicológico do momento, a estação do ano, o país onde nos encontramos, as identificações do ego, o próprio espaço, entre outros fatores.
Temos uma recomendação muito importante que nos vem da Bhagavadgītā, nas palavras de Kṛṣṇa, bahyaṁ sparśaṁ bahiḥ kṛtvaṁ: “mantenha externo aquilo que é externo”. Rigorosamente falando, tudo é externo. Mas Kṛṣṇa faz essa precisão no sentido de nos ajudar a não internalizar, não trazer para dentro de nós, coisas que inadvertidamente possamos carregar, sem necessidade.
Este exercício combina mantra, bhrūmadhya dṛṣṭi, visualização e respiração pelo sahāsrara. O efeito sobre a consciência é explosivo, justamente por ter a energia como veículo. Dizem os śāstras que a expansão da consciência, levada pelo prāṇa, é ilimitada.
Este chakra está no centro da testa, acima do ājña. Soma é o néctar lunar, também é chamado amṛta, que significa imortal. Aconselhamos esta meditação para o dia da lua cheia, fazendo antes trātaka sobre o disco lunar, quando está nascendo no horizonte. Não recomendamos esta meditação quando a lua cheia estiver descendo no horizonte, de manhã cedo.
Sinopse: a meditação no sexto chakra começa com kaya sthairyaṁ, segue com ākāśa prāṇāyāma,bhrūmadhya dṛṣṭi, bīja mantra, visualização do yantra e respiração pelo chakra. O ājña corresponde aostattvas manas, buddhi e ahaṁkāra (mente, inteligência e ego). Meditando sobre ele, conseguimos estabelecer o desapego e a não-identificação com dualidades e desejos.
O mestre aceita o menino sem reservas, e lhe propõe uma provação: ficar morando no mato sozinho por um tempo, cuidando do gado. Nesse período, ele será instruído pelos animais selvagens, bem como pelo próprio fogo sagrado, Agni. Finda essa provação, ele recebe a instrução da boca do próprio mestre.
Esta prática de meditação sobre o centro de força da garganta inclui ākāśa prāṇāyāma, bīja mantra e visualização. O viśuddha se vincula ao elemento ākāśa (espaço), à eloqüência e ao dom de interpretação das escrituras. O desenvolvimento deste centro de força permite ao praticante ser mestre de si próprio, desenvolvendo a qualidade da independência.
Coloque a atenção no svādhiṣṭhāna chakra, na raiz dos genitais. Ao mesmo tempo, faça mentalmente o bīja mantra Vaṁ. Repita o mantra de maneira contínua, associado ao ritmo com a respiração.Sinta a vibração do mantra ressoando no chakra. Para revelar seu poder, o bīja mantra precisa fazer-se junto com visualizações.
Precisamos aprender a lidar de maneira equánime com o autojulgamento. Se pudermos fazer isso inteligentemente estaremos preparados para viver a vida. Noutras palavras, lidar com equanimidade com todos os problemas centrados na pessoa. Se pudermos lidar com isso tudo de maneira inteligente e tranquila, aceitando a ordem psicológica como ela é, seremos mais felizes e poderemos dizer que há uma direção significativa em nossas vidas.
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