Bebo o sublime néctar de Rāma, o Divino. Com ele, esqueço todos os demais sabores. Por que deveríamos chorar a morte de outrem Se nós mesmos não somos permanentes? Quem nasce, morre: deveríamos chorar por isso? Nos absorvemos no Uno do qual viemos.
Depois de alguns anos ensinando yoga para gestantes, algumas reflexões com professores mais experientes e outros profissionais, eu poderia dizer que as invertidas na gestação necessitam moderação. As posturas de inversão do hatha yoga são aquelas onde o umbigo fica acima da linha do coração. Na gestação, estas posturas precisam ser bem avaliadas se são adequadas para cada mulher.
O nome desse exercício significa crânio brilhante. No kapālabhāti enviamos uma carga extra de oxigênio ao cérebro, que se dilata imperceptivelmente. Daí deriva uma sensação de "brilho". Esse processo é um ṣaṭkarma, uma purificação, pois proporciona uma limpeza total das vias respiratórias.
Extensa e interessante entrevista com o casal Ângela e Pedro Kupfer conduzida em 2014 pelo professor de Yoga e blogger Humberto Meneghin, do blog Yoga em Voga.
A morte inspira medo. Em nosso cotidiano, via de regra, procuramos varrer convenientemente esse tema para baixo do tapete, ocupados como estamos na busca do conforto, a prosperidade e a satisfação. Porém, em alguns momentos, ele surge intempestivamente, nos invade e passa como um rolo compressor por cima da nossa frágil estabilidade emocional.É dito que se não estivermos prontos para viver, tampouco estaremos preparados para morrer.
Quando comeceia a praticar não existia algo chamado “carreira de professor de Yoga”. Meu professor era engenheiro agrônomo e dava aula nas horas vagas, por devoção ao seu guru, Swāmi Satyānanda, que se tornou a minha referência em termos de Yoga por muito tempo. A ideia do professor de Yoga nos moldes que se compreende atualmente é algo novo, que deve ter surgido nas últimas décadas.
Sankalpa significa construção mental, resolução interior. Dentro da prática de Yoga, ocorre durante o Yoga Nidra, ou Sono do Yoga. Contudo, antes mesmo de abordar como se pratica e elabora essa construção mental, para compreendê-la é preciso descrever o contexto no qual ela se insere.
Não vejo mal algum em constatar que o Yoga ganhou, de fato, uma "popularidade" e que tem sido usado como uma forma de manter o corpo saudável e de adquirir bem-estar. No entanto, não mencionar o seu real propósito e ainda dizer que meditação e espiritualidade é passado e o que importa mesmo é a perda de alguns quilinhos, é não levar em consideração que a prática física do Yoga tem uma finalidade muito mais profunda e legítima do que simplesmente ganhar flexibilidade e massa muscular.
Identificados com a insegurança que por momentos toma conta da mente, às vezes pensamos coisas como “será que vou realizar meus desejos? Será que vou conseguir conquistar o que preciso para me sentir seguro?” O problema é que este tipo de padrão mental de ansiedade torna-se uma verdadeira prisão, um feitiço que nos impede o crescimento e nos tolhe a liberdade.
Nyāsa é uma palavra sânscrita que significa “colocar”, “aplicar” ou “tocar”. Esse termo define uma série ampla de práticas tántricas. Nyāsa consiste em tocar ou colocar os dedos ou as mãos em diferentes lugares do corpo, obedecendo a uma certa seqüência ritual. Através desse passeio sagrado pelo corpo, chamado parikrāma ou pradakṣina, cada uma das partes do corpo é “animada” e “sacralizada” por um mātrikā bīja, uma dos “mães-sementes”, ou sílabas sagradas do alfabeto sânscrito. Isto se faz associando a cada um desses sons um mantra específico.
A típica percepção pública do Yoga tem mudado significativamente em anos recentes. Este artigo se refere a natureza destas mudanças, comparando o Yoga tradicional dos sábios da antiguidade com as revisões modernas. O artigo também inclui citações de nove diferentes professores cujos nomes são muito conhecidos
Não sou humano, nem anjo nem demônio. Não sou brâmane nem guerreiro, nem comerciante nem artesão. Não sou brahmacari nem casado (gṛhasta), nem aposentado nem renunciante. Na forma de bodha, a consciência, sou Åtma, cuja natureza é a consciência ilimitada.
Há pessoas tão sensíveis, mas tão sensíveis, que são incapazes de lembrar que existe gente que sofre. Assim, a melhor solução que concebem é ignorar por completo a dor alheia, para não sofrer elas mesmas. Esse tipo de indiferença e passividade, infelizmente, é visto com alguma frequência no meio do Yoga.
Você lê tantos livros para saber tudo Mas nunca lê seu próprio coração. Você corre para os lugares sagrados Mas nunca entra no altar do seu coração. Você é rápido para condenar o demônio Mas o orgulho é uma batalha que nunca venceu.
Amor é uma expressão de ānanda, da sua própria felicidade. Quando você age de maneira amorosa, as suas ações retornam para você na forma de amor. Assim você aprende a amar. Você não vai ser amado pedindo para as pessoas que lhe amem, mas agindo amorosamente.
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