O Amor é um assunto muito antigo. Sábios védicos, dramaturgos, músicos e poetas glorificaram a palavra “amor” e o significado da palavra “amor”. Amor não é uma emoção que está junto das outras: não é que existam muitas emoções e uma delas é o amor. É precisamente por isto que temos de descobrir o amor.
Você está andando numa rua escura. Virando uma esquina, vê um homem batendo numa mulher. O que você faz? Passa ao longo fingindo que nada viu ou intercede em favor da vítima? Possuo a firme convicção de que a postura do yogi perante o mundo (bem como o lugar que ele ocupa em nossa sociedade), deve ser embasada na correta compreensão dos ensinamentos que a nossa bela tradição nos legou.
As palavras conhecidas não podem revelar Brahman, porque todas as palavras conhecidas são as palavras que nós reunimos para descrever as coisas que nós já conhecemos, as quais são de natureza limitada, como um pote, por exemplo. Todas estas palavras conhecidas são as palavras que tratam de gênero ou espécies, atributos, ações e relacionamentos.
Em nosso corpo existem sete chakras, ou centros de energia, que ficam bloqueados devido a tensões constantes ou a uma baixa autoestima. Ao praticar posturas que correspondem a cada chakra, podemos aliviar estes bloqueios e abrir caminho para uma maior consciência.
O que quer que lhe negue a visão da Verdade tem que ser eliminado juntamente com as noções limitadoras e preconceitos que você tem sobre si mesmo. Então, você se condena, deste jeito: “Eu sou inútil”, “Eu não valho nada”; bem, isto se trata de uma auto condenação que está no caminho do conhecimento do que você é.
Como você não pode se alimentar por outra pessoa, pode parecer, no entanto, que a oração não possa ser feita para uma outra pessoa. Mas orar não é como se alimentar. Não é como aquele que tem fome e que precisa ser satisfeito. Orar é uma ação, um karma.
Porque isso é o que não somos e por isso, não reconhecemos e sofremos. Isvara pranidhana é ter certeza que tudo que nos acontece faz parte de uma ordem perfeita. Ao invés de nos vitimizarmos ou culparmos procurando encontrar razões para justificar o que nos acontece, simplesmente receber de braços abertos a vida, o momento, o bom e o menos bom.
Hare significa "aquele que leva embora". O que Hare, ou Rāma, ou Kṛṣṇa levam, são as causas do sofrimento. Rāma é aquele em quem você descobre sua alegria. Kṛṣṇa significa "aquele que é atraente". Qualquer coisa linda ou bela que lhe produza atração, será Kṛṣṇa.
Dois jovens amigos empreendem uma jornada, andando de uma vila para outra. No caminho, passam à frente de um templo de Gaṇeśa. Um deles pára para fazer suas preces. O outro, descrente, segue andando, mais devagar. O jovem que ficou no templo o alcança um pouco mais adiante no caminho.
O mais sutil dos elementos é o espaço. Cada um dos cinco elementos está associado com um sentido. Esse som, nāḍābrahma, é o atributo do elemento espaço, ākāśa. E o som, que se propaga no espaço, é chamado Oṃ.
É sabido que o objetivo do estudante dos Vedas, assim como o objetivo do Yoga, é mokṣa, a libertação. Isso implica a total eliminação do saṃsāra. A morte do corpo físico não é o fim do saṃsāra pois, após essa morte, há novos nascimentos, mesmo que eles aconteçam noutros planos (lokaḥ).
Esta entrevista sobre o novo momento que o Yoga está vivendo em nossa sociedade fez parte do trabalho de pesquisa da jornalista Marcela Buscato, da revista Época. Compartilhamos aqui com nossos amigos e leitores seções da mesma que não foram publicadas nesse semanário, esperando que gostem e desfrutem.
A felicidade impermanente aumenta ou diminui segundo o caso, mas sempre tem um limite a partir do qual seu oposto, a tristeza, começa a se manifestar. É assim com todos os pares de opostos. No movimento do pêndulo, a partir de um dado momento, o que estava subindo começa a descer. Não existe crescimento ilimitado, prosperidade ilimitada, nem força física ilimitada. Expansão e recolhimento são as duas caras dessa moeda: uma não existe sem a outra.
O dicionário nos diz sobre a palavra tempo: “duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem”. A ideia que surge desta definição, característica de como o ocidente enxerga o tempo, é a de uma progressão linear.
A maneira em que o culto exterior torna-se culto interior é descrita no Gautamīya Tantra. Depois de invocar a imagem da Deusa no lótus do coração, deve-se “oferecer o coração como o assento de lótus da deidade; oferecer o néctar divino do lótus sahasrāra (centro de energia no topo da cabeça) como a água que lava Seus pés.
Categorias