Este conhecimento destrói as aflições de alguém, o que significa que elas se desintegram, fracassam e não retornam, quer nesta vida ou em qualquer outra. O autoconhecimento as remove por bem e isso ocorre porque a raiz da aflição é a ignorância sobre si mesmo. Então, o auto-conhecimento remove a causa da aflição tão completamente que coloca um ponto final ao efeito também.
Defino a liberdade de uma forma dupla: a liberdade do passado e a liberdade da liberdade do conceito de passado, presente e futuro. Estes são dois tipos de liberdade. A liberdade do passado se refere a sua própria vida passada, ou seja, nesta vida, a sua infância e assim por diante.
Entre os stotrams compostos por Adi Shankaracarya, Sri Daksinamurti Stotram é um dos menores e ainda o mais rico. Com grande maestria, Shankara debate os argumentos daqueles que se sustentam numa visão dual do universo e estabelece a sua visão não dual. Iniciando com uma visão plural da nossa percepção em relação ao mundo, o stotram revela que esta visão está sustentada por uma realidade, livre de limitações. E esta verdade deve ser revelada com a ajuda de um professor adequado.
O Amor é um assunto muito antigo. Sábios védicos, dramaturgos, músicos e poetas glorificaram a palavra “amor” e o significado da palavra “amor”. Amor não é uma emoção que está junto das outras: não é que existam muitas emoções e uma delas é o amor. É precisamente por isto que temos de descobrir o amor.
Você está andando numa rua escura. Virando uma esquina, vê um homem batendo numa mulher. O que você faz? Passa ao longo fingindo que nada viu ou intercede em favor da vítima? Possuo a firme convicção de que a postura do yogi perante o mundo (bem como o lugar que ele ocupa em nossa sociedade), deve ser embasada na correta compreensão dos ensinamentos que a nossa bela tradição nos legou.
As palavras conhecidas não podem revelar Brahman, porque todas as palavras conhecidas são as palavras que nós reunimos para descrever as coisas que nós já conhecemos, as quais são de natureza limitada, como um pote, por exemplo. Todas estas palavras conhecidas são as palavras que tratam de gênero ou espécies, atributos, ações e relacionamentos.
Em nosso corpo existem sete chakras, ou centros de energia, que ficam bloqueados devido a tensões constantes ou a uma baixa autoestima. Ao praticar posturas que correspondem a cada chakra, podemos aliviar estes bloqueios e abrir caminho para uma maior consciência.
Como você não pode se alimentar por outra pessoa, pode parecer, no entanto, que a oração não possa ser feita para uma outra pessoa. Mas orar não é como se alimentar. Não é como aquele que tem fome e que precisa ser satisfeito. Orar é uma ação, um karma.
Dois jovens amigos empreendem uma jornada, andando de uma vila para outra. No caminho, passam à frente de um templo de Gaṇeśa. Um deles pára para fazer suas preces. O outro, descrente, segue andando, mais devagar. O jovem que ficou no templo o alcança um pouco mais adiante no caminho.
O mais sutil dos elementos é o espaço. Cada um dos cinco elementos está associado com um sentido. Esse som, nāḍābrahma, é o atributo do elemento espaço, ākāśa. E o som, que se propaga no espaço, é chamado Oṃ.
É sabido que o objetivo do estudante dos Vedas, assim como o objetivo do Yoga, é mokṣa, a libertação. Isso implica a total eliminação do saṃsāra. A morte do corpo físico não é o fim do saṃsāra pois, após essa morte, há novos nascimentos, mesmo que eles aconteçam noutros planos (lokaḥ).
Esta entrevista sobre o novo momento que o Yoga está vivendo em nossa sociedade fez parte do trabalho de pesquisa da jornalista Marcela Buscato, da revista Época. Compartilhamos aqui com nossos amigos e leitores seções da mesma que não foram publicadas nesse semanário, esperando que gostem e desfrutem.
O dicionário nos diz sobre a palavra tempo: “duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem”. A ideia que surge desta definição, característica de como o ocidente enxerga o tempo, é a de uma progressão linear.
A maneira em que o culto exterior torna-se culto interior é descrita no Gautamīya Tantra. Depois de invocar a imagem da Deusa no lótus do coração, deve-se “oferecer o coração como o assento de lótus da deidade; oferecer o néctar divino do lótus sahasrāra (centro de energia no topo da cabeça) como a água que lava Seus pés.
Nesta terceira e última parte do livro de Swami Dayananda, The problem is you, The solution is you, Swamiji nos mostra que para todos os tipos de problemas existe uma solução.
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