É impossível negar a influência que o Yoga tem hoje em dia sobre milhões de ocidentais. Estrelas de Hollywood, pop stars e atletas famosos estão voltando seus interesses para esta prática que surgiu em tempos neolíticos na Índia. Como sempre, a mídia vai atrás e se encarrega de espalhar, através dos seus arautos, a descoberta recente de um assunto velho como o próprio homem: a capacidade que ele tem de observar a si próprio e conhecer a sua verdadeira dimensão. E o Yoga é uma formidável ferramenta para fazer isso, e nos ensinar a arte de viver consciente e harmoniosamente.
Os ásanas do Yoga se dividem em dois grupos: as posições de meditação, em que o praticante apenas senta no chão com as pernas cruzadas, e as culturais, que são todas as demais. O primeiro grupo certamente é o mais antigo, pois temos vários sinetes do vale do Indo que atestam sua presença naquele tempo.
Quando a gente houve falar em karma já pensa logo em desgraça, naquela "cruz" com excesso de peso, que supomos ter que carregar ou aquela "mala sem alça", ou então, imaginamos logo ser praga de alguém. Sabe aquele conselho de mãe: "esse rapaz não serve para você, minha filha", aí vira karma. E o pior é que pode ser mesmo. O que muita gente nem desconfia é que também exista o bom Karma, e ele existe (ainda bem!).
Diz-se que a série de exercícios da saudação ao Sol, chamada Súrya namaskar, em sânscrito, remontaria à pré-história, quando o homem reverenciava Sávitri, o deus-Sol
Thai-Yoga, ou Thai Massagem ou Ancient Massage (Massagem Antiga), é uma técnica milenar, pouco difundida no Brasil. Também conhecida como Yoga do Preguiçoso ou Yoga Passivo, trabalha os canais de energia, linhas Sen ou Nádís, o sistema linfático, o alongamento, a flexibilidade, o equilíbrio corpo, mente e espírito, a meditação e o alívio das tensões.
Jñána mudrá significa 'o gesto que outorga o conhecimento'. Os dedos indicador e polegar se unem pelas pontas, formando um círculo, e os outros permanecem juntos e descontraidamente estendidos.
Añjali mudrá é o gesto de saudação. Añjali significa saudar, elevar, invocar, trazer, cultivar. Transmite sentimentos positivos, cordialidade e boas intenções. Na Índia, este gesto equivale ao nosso aperto de mãos. Nas práticas de Yoga é usado para fazer a saudação inicial e a final.
Esta é uma técnica usada para desenvolver, unificar e direcionar o potencial mental que, de modo geral, está disperso. Ela nada tem a ver com auto-sugestão ou hipnose, mas consiste em concentrar a energia do pensamento de forma que seja criado no plano mental o objetivo que desejamos ver realizado em outro plano qualquer da nossa existência. Manaskriyá significa literalmente atividade mental.
Pratiloma significa oposto. É feito exatamente ao contrário do anuloma, com a inspiração alternada e a expiração por ambas narinas.
Nāḍīśuddhi, o nome deste exercício respiratório, significa “purificação das correntes da força vital”, pois ele promove a desintoxicação sutil, tanto do corpo vital, prāṇamayakośa, quanto das emoções e pensamentos. Esta é uma variação do nāḍīśodhana, a respiração alternada, um dos mais importantes exercícios do Haṭhayoga. Enquanto no nāḍīśodhana fazemos uma inspiração por uma narina, trocamos […]
Mantra pránáyáma é uma das múltiplas formas de sagarbha pránáyáma, que é a fusão de respiração e japa, a repetição (mental, nesse caso) de um mantra. Esse exercício é também denominado pranava pránáyáma.
Shíta significa frescor, frio. O nome deriva do seu efeito refrescante. Nesse exercício a inspiração é feita pela boca, enquanto que a expiração é pelas narinas.
Este exercício vai nos servir para desenvolvermos o tempo de retenção com os pulmões vazios, chamado shúnyaka (vazio) ou báhya kúmbhaka (retenção interna).
A palavra kúmbha ou kúmbhaka significa cântaro. Kúmbhaka bandha é a respiração completa, com ritmo e contrações
Ajapajapa é o mantra que fazemos constantemente, ao respirar. É o próprio som produzido pelo fluxo do ar ao entrar e sair dos pulmões: so ham. So é Śakti; haṁ é Śiva. Este exercício abre o canal para a energia vital ao longo da coluna, avārohannāḍī.
Categorias