Este extenso artigo é um comentário do sūtra I:17, no qual o sábio Patañjali explica as modalidades de samādhi, a absorção meditativa do Yoga.
O conhecedor da Verdade não vê morte, nem doença, nem sofrimento. O conhecedor da Verdade vê tudo o que há para ser visto e obtém tudo em todos os lugares. Ele é uno com a criação, torna-se três, torna-se cinco, torna-se sete, torna-se nove, logo ele é chamado onze, cem, e dez e mil e vinte.
Marjaryāsana ou bidalāsana é conhecida como a postura do gato ou melhor, o movimento do gato pois, na realidade, são dois movimentos que se encadeiam.
O ensinamento do Yoga considera que a natureza inteira seja um grande templo. A criação não é matéria inerte. Īśvara, o Criador, não está separado nem é diferente dela. Īśvara é a natureza, aliás. Esse modelo é a antítese do modelo cartesiano, pelo que alguém que olhe para o mundo através desse modelo, terá dificuldades em compreender a visão védica.
Para fazer ākaśa prāṇāyāma, você não precisa fazer retenções do ar, nem com os pulmões cheios, nem com eles vazios. Permita que a respiração flua sutilmente desta forma, sem compressão nos pulmões ao inspirar, sem projeção do ar fora das narinas ao expirar. Mantenha o rosto relaxado e centre a atenção nas sensações progressivamente mais e mais sutis que você irá perceber a partir do início das narinas, no intercílio e desde ele até o plexo solar.
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Este conto faz parte do Mahabhārata, o grande épico indiano, e fala sobre Sukha Maharāja, um grande sábio no corpo de um garoto de dezesseis anos. Ele era uno com as florestas, as montanhas, os mares e o todo. Andava nu, totalmente alheio às coisas do corpo. Quando Vyāsa, seu pai, perguntava onde ele estava, as árvores da floresta respondiam, "estou aqui, estou aqui, estou aqui".
Que Ele [o Ilimitado], proteja nós dois. Que Ele esteja feliz conosco. Que trabalhaemos juntos com vigor. Que o conhecimento nos ilumine. Que nunca confundamos o que somos com o que fazemos.
Oṁ. Que a prosperidade e o bem-estar sejam glorificados. Que os governantes nos governem com retidão e justiça. Que a sabedoria e o conhecimento sejam protegidos. Que todos os seres, em todos os lugares, sejam felizes.
Você pode ter um belo corpo, um belo cônjuge, fama, objetos excelentes e variados e tanta abundância como o Monte Meru. Mas, se a sua mente não estiver entregue aos pés de lótus do Mestre, para que?
A nossa civilização emocionaliza excessivamente a felicidade. Felicidade é o que você é. Swāmi Dayānanda, meu mestre, sempre evitou traduzir ānanda como felicidade para nos mostrar que isso que chamamos ānanda e traduzimos como felicidade, não é um sentimento que vem e que vai, mas a nossa própria natureza.
Que todos os valores e atitudes expostos nas Upaniṣads estejam comigo. Estou comprometido na busca do conhecimento de Brahman. Que os valores e atitudes vivam em mim.
Esta Upaniṣad começa com uma afirmação: tudo o que aqui está, tudo o que aqui esteve, tudo o que aqui estará, é Oṁ. É assim que a discussão inicia. Idaṁsarvaṁ, inclui tudo o que está aqui: o que conheço e o que desconheço, o que existiu, o que existe agora, o que irá existir no futuro. Oṁ ityetadakṣaramidaṁ sarvaṁ: “a sílaba Oṁ e tudo isto que está aqui”.
Acreditamos que, dado que de fato há seitas prosperando no meio do Yoga, deveríamos convidar nossos leitores a refletirem e avaliarem os grupos nos quais praticam. Para tanto, traduzimos, com pequenas adaptações, o presente teste, de autoria de Madeleine L. Tobias e Janja Lalich. Quiçá assim possamos ajudar alguém a libertar-se dessas relações tóxicas e instituições nefastas.
Yoga é estar livre de distrações. Uma mente livre de distrações nos alivia do medo, da raiva e das outras emoções que poluem a paisagem interior.
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