“Quando se contempla o Brahman ou Prakṛti como um corpo de luz, isto é meditação jyoti. Quando se contempla o Brahman como um bindu (ponto), e a força kuṇḍalinī, isto se chama contemplação sūkṣma ou sutil.
Se o sucesso na meditação dependesse do silêncio exterior, seria uma tarefa impossível. Entretanto, já que não podemos conseguir um ambiente com silêncio absoluto, usamos uma técnica para criar silêncio interior.
Kaya sthairyaṁ significa "corpo firme". É uma técnica meditativa que consiste em cultivar a mais absoluta imobilidade.
A atenção se recolhe. Os estímulos exteriores cessam. A consciência se focaliza no processo mental: o que se pensa, como se pensa, quais os conteúdos do pensamento. Podem surgir tensões, experiências passadas ou desejos reprimidos
Muitas pessoas se lançam alegremente à prática sem haver preparado a base que fará com que possam efetivamente aproveitar o ensinamento. Elas podem por momentos achar que fizeram grandes progressos mas na verdade pode acontecer que nem sequer tenham conseguido se preparar para começar.
Voluntariamente, você deixa surgir, observa e elimina pensamentos e impressões latentes. Isto desenvolve a capacidade de auto-análise.
Ekāgratā, a fixação da atenção em um ponto determinado, é o passo prévio à prática do samyama. Por meio dessa concentração, o yogin abstrai a sua psiquê das dispersões inerentes à condição terrena, conseguindo assim lograr um estado de unificação do fluxo consciente.
Śūnya significa vazio. Este exercício serve para desvincular-nos das experiências corporais e mentais. A dissolução da identificação com o corpo e o pensamento é essencial para responder àquela pergunta: 'quem sou eu?'
Nāḍīśodhana significa purificação das nāḍīs, os canais da energia vital. Este respiratório é importantíssimo no Yoga, pois promove o bhūtaśuddhi, a purificação dos elementos do corpo sutil, requisito preliminar e indispensável para as práticas mais avançadas.
Esta série de três textos que aqui iniciam tem como propósito esclarecer alguns pontos importantes em relação a Īśvara, a inteligência universal, seu papel nas nossas vidas e ao Karma Yoga. Estes temas, infelizmente, são bastante mal compreendidos na atualidade. Começaremos por este último, que deveria, penso, ser chamado Yoga da vida e não Yoga da ação.
Esse respiratório ocupa um lugar muito importante dentro do Yoga. Produz uma oxigenação muito mais intensa que todos os outros, limpa os pulmões e as vias respiratórias e é altamente energizante e vitalizante, podendo eliminar o cansaço e a depressão em poucos instantes.
Viver é representar papéis. Não há existência sem cumprir deveres, realizar ações e obrigações. Somos mãe ou pai, filho ou filha, irmão ou irmã, etc. em cada uma dessas posições, cultivamos atitudes e modos diferentes de nos comunicar.
Nesta série de vídeos Pedro propõe usar o ensinamento do Yoga para desfrutar da quarentena imposta pelo coronavírus.
O yoganidrā, ou “sono” do Yoga, é uma experiência meditativa bem definida, que se situa entre o sono profundo e a meditação.
Parar é essencial se quisermos manter a felicidade e a sanidade nos dias de hoje. Todo o mundo está procurando a felicidade; alguns procuram até a imortalidade, mas quase ninguém sabe o que fazer num sábado chuvoso.
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