Este é o segundo de uma série de três textos que tem como objetivo desvendar a postura do guerreiro. Independentemente de ter ou não executado a outras duas variações, o praticante pode fazer o virabhadrásana II. Para compor este ásana, destacamos as ações relativas ao posicionamento e alinhamento de pés, pernas, joelhos, quadris, braços, cabeça e tronco.
Trabalhando no Conselho Tutelar confronto-me diariamente com situações de violação de direitos de adolescentes – algumas de fácil resolução e outras extremamente complexas. Assim, passei a questionar intensamente uma frase proferida por Freud na qual afirma que a Psicanálise nunca se propôs a oferecer felicidade ao indivíduo, mas somente em transformar a infelicidade neurótica em uma infelicidade comum.
Em geral nós, praticantes de Yoga, estamos familiarizados com o conceito de ahimsa, a não-violência, atitude que permeia – ou deveria permear – toda a nossa prática. Sabemos que ahimsa abrange muito mais do que o âmbito da prática pessoal, estendendo-se a todos os relacionamentos e a todas as formas de vida (que têm direito à existência tanto quanto nós), dentre outros desdobramentos e aplicações desse yama.
Comumente inserida no Surya Namaskar B ou feita em conjunto com outros ásanas na prática de Hatha, virabhadrásana, a postura do herói, desponta como uma das mais interessantes. No presente texto vamos nos focar nas ações relativas ao posicionamento das diferentes partes do corpo no virabhadrásana I, a primeira das três variações desta postura.
Bhujapidásana significa "postura da pressão nos braços". O nome se refere, evidentemente, à força que é colocada sobre os ombros e braços para sustentar o peso do tronco e o quadril sobre as mãos. Este é um ásana de execução relativamente fácil: o único que se precisa para dominá-lo é algo de força nos braços, bastante equilíbrio, e uma boa mobilidade no quadril.
Viver é representar papéis. Não há existência sem cumprir deveres, realizar ações e obrigações. Somos mãe ou pai, filho ou filha, irmão ou irmã, etc. em cada uma dessas posições, cultivamos atitudes e modos diferentes de nos comunicar. A maneira em que falamos com nossos pais, por exemplo, é diferente da que usamos para nos dirigir aos nossos filhos. Representamos papéis no trabalho, na sociedade, na nação, no país, no bairro, em casa, o tempo todo.
Considerado um āsana tradicional do Hatha Yoga e a primeira vista fácil de se executar, a postura do triângulo estendido, utthīta trikoṇāsana é muito praticada e conhecida. Porém, cabe lembrar que, por trás de um āsana aparentemente fácil, importantes princípios de alinhamento estão envolvidos. Assim, iremos nos concentrar na observação das ações desta postura em três partes do corpo: o pescoço, os pés e as mãos.
Fala-se muito hoje de uma crise ética. Sim, há, mas sempre houve, pois o ser humano se equivoca desde que é ser humano. Em épocas de mensalão e de dinheiro escondido nos lugares mais inusitados, faz-se necessária uma reflexão sobre a importância da ética. Ou melhor, sobre o valor da ética.
Existe uma espécie de consenso em torno do que se conhece como prana kriya, respiração completa, ou respiração yogika. Esse consenso afirma que há três fases na respiração: alta, média e baixa, e que essas três fases devem ser feitas seguindo uma ordem determinada. Essa ordem seria de baixo para cima ao inspirar, e de cima para baixo ao expirar. Nove entre dez professores de Yoga irão ensinar a respiração completa dessa forma.
A prática do Yoga, além de contribuir para a diminuição da violência e os índices de agressão dos prisioneiros, também permite que os praticantes desenvolvam maior autocontrole. Isto, por sua vez, lhes traz uma nova perspectiva de vida e uma boa oportunidade para se redimirem dos erros do passado, agregado ao benefício de redução da pena.
Na maioria das vezes, quando alguns praticantes executam o ásana do cachorro que olha para baixo, adhomukha svanásana, se esquecem de dispensar a devida atenção às mãos e aos pés. Seja quando praticam sozinhos ou em uma aula conduzida, muitas vezes o correto posicionamento das mãos e pés fica relegado a um terceiro plano.
O camarada está sentado em silêncio no chão da sala, com os olhos fechados. A esposa chega e lhe pergunta: - O que você está fazendo? - Meditando. - E para que serve essa tal de meditação? - Para se livrar do estresse. - Do estresse? Mas se você não tem estresse! Eu faço tudo aqui na casa: cozinho, limpo, trabalho fora. Você só vai ao escritório e volta para casa. Estresse tenho eu!
Este foi o melhor carnaval da minha vida. Poderia ter sido o pior. Começou com uma triste notícia que recebi na estrada. Uma pessoa muito, mas muito próxima a mim, havia mudado seu nome de família ao se casar. O que quero dizer é que esta pessoa trocou o nome do pai pelo da esposa.
Este é o terceiro de uma série de três textos breves, cujo tema é a construção da prática pessoal. Ele se complementa com Elementos essenciais para montar uma prática de Hatha Yoga e Como montar uma série equilibrada de ásanas. Esperamos que eles sejam úteis para estimular a prática pessoal.
O belo templo de Srirangam, em Tamil Nadu, sul da Índia, foi construído por volta do século X d.C. e até hoje é um dos maiores do país. Numa recente visita, ficamos agradavelmente surpresos ao verificar que muitos dos pilares e paredes de granito apresentavam, como noutros templos hindus, esculturas de praticantes em posturas de Hatha Yoga.
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